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domingo, 26 de março de 2017

Domingo Espetacular mostra os problemas que levaram ao fracasso o projeto do legado olímpico

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Domingo Espetacular apresenta reportagem sobre a triste herança da Rio 2016Divulgação/Record TV
No Domingo Espetacular desta semana (26), veja a triste herança da Rio 2016: ginásios vazios, abandonados e sem uso, mas custando caro. O programa mostra por que uma das arenas gasta mais de R$ 2 milhões por mês com ar condicionado ligado vinte e quatro horas por dia. Saiba também os detalhes da denúncia que envolve a Arena do Futuro, um superfaturamento que ia custar R$ 70 milhões aos cofres públicos.
http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/domingo-espetacular-mostra-os-problemas-que-levaram-ao-fracasso-o-projeto-do-legado-olimpico-24032017 

domingo, 12 de março de 2017

Maioria dos esportes vê patrocínio sumir após os Jogos do Rio

Resultado de imagem para logo folha de sao paulo


PAULO ROBERTO CONDE
DE SÃO PAULO

12/03/2017 02h00

Passados sete meses dos Jogos Olímpicos do Rio, mais da metade das confederações esportivas brasileiras perdeu patrocínio, está sem apoio ou prevê uma fuga maciça de investimentos no ciclo que termina em 2020, em Tóquio.
Levantamento feito pela Folha aponta que dez entidades perderam algum tipo de apoio após a Rio-2016 ou ao longo do ano e cinco já não possuíam patrocínio nem têm expectativa de obtê-lo.
Outras sete vivem situação de impasse, sem saber se terão vínculos com importantes empresas estatais renovados para os próximos anos.
Apenas cinco das confederações consultadas disseram ter mantido ou acrescentado patrocinadores à sua lista.
A situação se agrava porque duas das principais estatais do país, a Caixa e a Petrobras, ainda não definiram a quem vão manter o apoio nos próximos anos. A exceção é o remo, cuja confederação afirmou à reportagem que o aporte de R$ 1,5 milhão da Petrobras não será renovado.
Fabrizio Bensch/Reuters

Aska Cambridge, do Japão, cruza linha de chegada no revezamento 4x100 m no Engenhão
Os investidores têm retirado os projetos sobretudo por dois motivos: crise econômica e fragilidade administrativa das confederações.
"Pesos-pesados" do cenário olímpico brasileiro como atletismo, basquete e desportos aquáticos atravessam situação de agonia em relação à retração de investimento.
A CBAt (confederação de atletismo) perdeu o apoio da Globo, de R$ 1,5 milhão por ano, e ainda espera decisão da Caixa, que lhe injetou R$ 90 milhões entre 2013 e 2016.
"Vamos perder 20% do nosso orçamento para 2017", afirmou a confederação, em nota, para em seguida salientar que fez corte de pessoal.
Impacto nos resultados é algo que o basquete e os desportos aquáticos dificilmente conseguirão evitar.
A CBB (confederação de basquete), que ostenta dívida superior a R$ 17 milhões e na sexta (10) elegeu Guy Peixoto Júnior como seu novo presidente, perdeu R$ 8,5 milhões ao ano do Bradesco.
A CBDA (aquáticos) também perdeu repasse do banco. Mas também viu as saídas da Sadia e um corte profundo dos Correios. Ao todo, o superintendente Ricardo de Moura estima em 75% de perda na comparação com 2016.
"Tivemos de adaptar eventos à nova realidade", disse. Entre as medidas está mandar só dez nadadores ao Mundial da Hungria, em julho.
Já a confederação de handebol, que tem seleções de nível mundial, afirmou que foi necessária "readequação de planejamento" após perder o fornecedor de material esportivo e manter só um terço do que levava dos Correios.
O mais preocupante é que o dinheiro não chegará à preparação de atletas. O tênis de mesa, que tem hoje em Hugo Calderano pela primeira vez um atleta entre os 23 melhores do mundo, viu suas verbas caírem 45% ante 2016.
"Houve corte nos eventos organizados pela CBTM nesta temporada, além do corte de custos para o envio de atletas para competições internacionais", disse a confederação em nota. Dos 17 torneios a que as seleções foram em 2016, neste ano serão só seis.
Até o COB (Comitê Olímpico do Brasil) está sem patrocinadores privados –perdeu Nike, Nissan e Bradesco.
Com menor arrecadação em relação a 2016, o comitê diminuiu e reformulou o repasse da Lei Piva às confederações. Tiro esportivo, tiro com arco, badminton e pentatlo moderno são entidades que dependem única e exclusivamente desta verba.
"O prejuízo [de R$ 800 mil] que tivemos foi sério e não há como recompor", disse Durval Balen, chefe da confederação de tiro esportivo.
ILESO, JUDÔ PAGA BÔNUS E FECHA BASE NO JAPÃO
Em meio à debandada de investimentos para as confederações esportivas olímpicas após os Jogos do Rio, judô e rúgbi têm passado praticamente ilesos à crise.
Esporte que mais medalhas olímpicas deu ao Brasil (22), três delas no Rio, o judô renovou com seis dos sete patrocinadores e apoiadores que despejaram dinheiro nos tatames no ciclo até 2016: Bradesco, Cielo, Mizuno, Infraero, Scania e Globo.
A única pendência é a Petrobras, que ainda avalia que investimentos fará para o próximo ciclo. Entre 2013 e 2016, a estatal repassou cerca de R$ 20 milhões à confederação.
A CBJ (confederação brasileira) diz que não terá grande redução em seu orçamento para o ciclo que se encerra em Tóquio. "Nosso terremoto na escala Richter não chegou a grau 3", afirmou Paulo Wanderley, que chefiou a entidade até este mês e é vice do Comitê Olímpico do Brasil.
O dirigente afirmou que a entidade distribuirá R$ 1,5 milhão entre os medalhistas olímpicos e mundiais, como incentivo. A cada semestre é feita uma reavaliação, que define o quanto será repassado a cada um.
O judô brasileiro já definiu onde fará sua aclimatação antes dos Jogos Olímpicos de 2020. Até 60 pessoas, entre atletas, técnicos, profissionais de saúde e oficiais vão passar as duas semanas que antecedem a Olimpíada na cidade de Hamamatsu, cerca de 200 km distante de Tóquio.
A CBRu (confederação de rúgbi) acrescentou os Correios à sua lista de patrocinadores e afirmou que terá um orçamento em 2017 maior do que o realizado em 2016.
Markus Schreiber - 8.ago.2016/Associated Press

Rafaela Silva (azul) enfrenta a sul-coreana Kim Jandi


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

361°: a marca que está nos Jogos Olímpicos e que você deveria conhecer


Primeira chinesa da história a fechar um contrato de exclusividade envolvendo uma Olimpíada, marca peca ao não valorizar ativação
10 AGO, 2016 ESCRITO POR MKT ESPORTIVO

rio-361



Por Eduardo Esteves

Em meio a atletas e delegações vestindo as tradicionais NikePumaadidasAsics e Mizuno, você já se perguntou, afinal, qual marca que é dona da categoria de material esportivo oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016?
Se lhe ocorreu esta dúvida saiba que certamente você não está sozinho. De fato, houve um trabalho debranding muito mal elaborado por parte da empresa em questão.
Fundada em 2003, a 361° é hoje uma das principais marcas esportivas da China e tem conquistado grande espaço no setor. A empresa se tornou a primeira chinesa da história a fechar um contrato deste tipo envolvendo uma Olimpíada.
Nos últimos anos ela esteve envolvida em competições esportivas na Ásia, como os Jogos Asiáticos de 2014 de Inchon e Guangzhou 2010, e nos Jogos Olímpicos da Juventude em Nanjing 2014. Presente em 35 países, é responsável por vestir todos os profissionais (médicos, árbitros e operacional) e voluntários envolvidos no Rio de Janeiro – cerca de 106.5 mil pessoas, além das delegações da Grécia e África do Sul.

361-china
O evento no Rio se tornou a grande oportunidade de uma marca até então desconhecida do público crescer dentro de um país aquecido por abrigar em apenas dois anos os principais eventos esportivos do mundo. Mas suas ambições são ainda maiores. No médio e longo prazo, a 361° tem como foco crescer globalmente priorizando, inicialmente, o Reino Unido.
No Brasil, a empresa possui cerca de 700 pontos de vendas, fruto de um recente plano estratégico visando os Jogos Olímpicos. Por outro lado, pouco (ou nada) se viu sobre ativações envolvendo o evento buscando o mínimo de awareness. Trabalhar ações junto ao público não seria um caminho primário para um player que deseja ser reconhecido?
Forte na natação, é patrocinadora de três nadadores chineses, entre eles o já medalhista olímpico Sun Yang. Por aqui, investe na nadadora brasileira Graciele Hermann. Se há representatividade na Ásia, ainda é pouco para quem detém exclusividade de uma Olimpíada e tem como ambição brigar com gigantes do setor.
Anunciada pelo Comitê local em outubro de 2014, a 361° teve pouco menos de dois anos para elaborar e executar um plano de ativações que contemplasse tais iniciativas. Pouco tempo? Suficiente para quem tem metas agressivas e tamanho poderio financeiro.
Por ora, as poucas iniciativas desenvolvidas, como um treino funcional na praia de Copacabana, são destacadas em suas redes sociais. Já diria Hans Erik, diretor global de marketing da Heineken:
“Se você não tem uma verba para fazer alguma coisa além do patrocínio, não faça”.

china-361

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ebook - O futuro dos megaeventos esportivos


O FUTURO DOS MEGAEVENTO ESPORTIVOS_DOWNLOAD

O FUTURO DOS MEGAEVENTOS ESPORTIVOS – INOVAÇÕES PÓS COPA 2014 E JOGOS OLÍMPICOS E PARALÍMPICOS 2016
2015 Primeira edição / first edition Rio de Janeiro, Brasil
ANDREA DESLANDES
LAMARTINE DACOSTA
ANA MIRAGAYA
editores / editors
CONDIÇÕES DE PROPÓSITO E USO DESTA PUBLICAÇÃO
Este livro opera como uma plataforma digital sem propósitos comerciais e com livre acesso a usuários mantendo os direitos autorais porem permitindo cópias e divulgação dos textos com identidade dos autores, títulos da contribuição e denominação da fonte. Nestes termos, o objetivo desta publicação é o da criação de um ambiente de inovação científica e tecnológica nas áreas de esportes, educação física e exercícios físicos a partir das recomendações da Agenda Olímpica 2020, emitida pelo Comitê Olímpico Internacional em dezembro de 2014.
Para fazer o download: http://correrbem.org.br/wp-content/uploads/2015/06/The-Future-of-Sports-Mega-events-new-book-on-Agenda-2020.-2015_06_15.pdf

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A corrida pelo patrocínio olímpico

Comitê Rio 2016 espera superar em 30% a captação dos jogos de Londres ao reforçar o retorno de imagem do evento para as marcas


NAYARA FRAGA - O Estado de S.Paulo
Para os fãs de esporte, a Olimpíada de 2016 ainda está longe. Mas a competição já começou para os organizadores e patrocinadores do evento. De um lado, o Comitê Organizador Rio 2016 corre contra o tempo para alcançar a meta de R$ 3,4 bilhões em patrocínios (até agora, já arrecadou metade desse valor). De outro, empresas disputam ferozmente a chance de ter seu nome ligado ao evento.
Por enquanto, dez patrocinadores estão definidos. Entre eles estão Bradesco (no nível 1, que significa o maior desembolso), Ernst & Young e Skol (nível intermediário) e Nike, no terceiro patamar. Nos próximos 24 meses, o comitê quer fechar mais 30 patrocínios. Ao assinar o contrato, as empresas conseguem a exclusividade dentro de seu setor. À medida que mais acordos são fechados, as possibilidades de prospecção se afunilam.
Ao contrário do que ocorre em outros eventos, patrocinar a Olimpíada não garante um banner em estádios e eventos de rua. Isso porque os jogos têm uma "política de arena limpa". Apenas as telas da Panasonic, os cronômetros da Omega e os uniformes dos voluntários terão visibilidade. Mas as marcas buscam mais do que uma simples inserção: querem ser associadas ao espírito olímpico.
"Patrocinar o evento significa colaborar para a realização dos Jogos Olímpicos, competição associada a superação, paz e respeito", diz Renato Ciuchini, diretor comercial do Comitê Rio 2016. Passar essa mensagem adiante é uma tarefa que exige fôlego de atleta: para conquistar as marcas, Ciuchini já visitou mais de 50 empresas no Brasil, na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos. Ele faz de cinco a dez reuniões semanais com parceiros e potenciais patrocinadores. A expectativa do executivo é que o evento do Rio supere em 30% o total de patrocínios captados para os jogos de Londres, realizados em 2012.
Ciuchini, que tem passagens por companhias como TIM e Avaya, está fechando dois contratos neste momento: um com a empresa que vai fornecer a infraestrutura de rede e de servidores - que poderá incluir Wi-Fi nas arenas - e outro com a escola de idiomas que vai testar o inglês dos voluntários e oferecer quatro meses de aulas grátis para cerca de 300 mil que não forem recrutados. Oito escolas disputaram o contrato.
Outdoor. O investimento das empresas na Olimpíada se divide, em muitos casos, em dinheiro e serviço. Assim funcionará, por exemplo, com a companhia aérea a ser selecionada para trazer a tocha olímpica ao Brasil e organizar o check-in dos atletas na data mais caótica: o último dia do evento. "Um dos grandes aprendizados (proporcionados por eventos esportivos desse porte) é adquirir a noção de que patrocínio não é sinônimo de outdoor", diz Clarisse Setyon, coordenadora do núcleo de estudos em negócios do esporte da escola de negócios ESPM.
O Bradesco fornecerá caixas eletrônicos nas arenas e financiamento especial para obras relacionadas ao evento. Segundo o vice-presidente de marketing do banco, Domingos Abreu, os serviços não pagam o patrocínio, mas dão retorno institucional para a marca.
Por isso, o Bradesco investiu R$ 33 milhões em 2012 em projetos que incluem apoios a times de vôlei e basquete feminino em categorias de base. Este valor inclui também um projeto que incentiva duas mil meninas a praticar esportes e apoio a confederações esportivas.
Além de pagar a cota do patrocínio, toda empresa que embarca em um grande evento esportivo tem de gastar quase o dobro para "ativar" o investimento. A ativação inclui gastos com mídia relacionada ao patrocínio. A consultoria Ernst & Young vai gastar 30% de sua verba de marketing em ações que mencionam os Jogos Olímpicos.
Medir o retorno financeiro do patrocínio é uma missão difícil. Mas, no caso da Ernest & Young, o evento gerou novos negócios, diz José Carlos Pinto, sócio da consultoria. O executivo afirma que 170 profissionais da companhia já se envolveram com a prestação de serviços para a Olimpíada. "O comitê tem grande demanda por serviços de consultoria, até mesmo por seu caráter temporário", diz ele.
O Comitê Rio 2016 encerra atividades em 2017, com o balanço dos resultados financeiros. A partir daí, a "tocha" da busca de patrocínios passa para o Japão, que sediará os jogos de 2020.

sábado, 28 de setembro de 2013




Praticantes acreditam que o esporte tende a se popularizar com a volta aos Jogos após mais de 100 anos
Depois de mais de 100 anos fora do programa olímpico, o golfe volta a fazer parte da maior competição esportiva do mundo nos jogos do Rio em 2016. A quantidade de países que disputarão a medalha de ouro, cerca de 30, reflete o processo de globalização pelo qual o esporte passou desde as Olimpíadas de Paris, em 1900, e St. Louis, em 1904. Nas duas únicas ocasiões, apenas americanos e canadenses participaram dos jogos na modalidade, fato que fez com que o golfe fosse esquecido das competições seguintes.

Um dos possíveis reflexos da volta do esporte aos jogos olímpicos é o aumento no número de praticantes. É o que espera o capitão do Londrina Golf Club, Hélio Shibukawa. Segundo ele, apesar de o golfe ainda ser visto como um esporte elitista, o investimento inicial para os aprendizes é considerado pequeno. Durante os dois primeiros anos os custos são subsidiados. Temos professores, tacos, todos os equipamentos. Para jogar só precisa ter vontade. Se fosse um esporte de elite, eu certamente não iria jogar , afirma, rindo.

O empresário norte-americano radicado em Londrina Clay Hamlin tem 43 anos e pratica o esporte há 18 anos. Ele comanda um escritório especializado em treinamento financeiro, e decidiu jogar golfe como uma distração. Os treinos se intensificaram nos últimos três anos, com práticas diárias por pelo menos cinco vezes na semana. Ritmo de profissional? Longe disso, garante. Sou um amador que treina duro, apenas isso , diz Hamlin.

Meta

Os treinamentos, porém, já garantem o empresário no topo do ranking da Federação Paranaense e Catarinense de golfe. Entre as conquistas deste ano estão o pentacampeonato consecutivo no Open Royal Residence e o título no Aberto de Golfe do Norte do Paraná. Modesto, ele afirma que os títulos são fruto do treinamento árduo e da dedicação. Ainda estou muito longe de me considerar profissional. Tenho como objetivo jogar no PGA Seniors [liga americana para golfistas acima de 50 anos] assim que tiver idade. Por enquanto, estou apenas aproveitando essa característica do golfe. Diferente de esportes como basquete ou futebol, no golfe mesmo quem não é profissional consegue fazer boas partidas .

Sobre uma possível popularização do golfe no Brasil a partir das Olimpíadas do Rio de Janeiro, Hamlin se diz otimista. Muita gente não conhece o golfe, acredita que é apenas um esporte de elite, caro e impossível de praticar. Faltam campos públicos no Brasil, é verdade. Mas é um jogo muito gostoso, apaixonante e que tem potencial no país . A maior vantagem, aponta, é o aumento na capacidade de raciocínio e de poder de decisão. O golfe dá muita preparação mental, já que o golfista compete contra ele mesmo. Ninguém pode te ajudar ou te atrapalhar, é você contra você , define.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Divulgada lista dos judocas contemplados pela Bolsa Atleta Pódio


30/08/2013 16:40 - Portal Brasil
O programa faz parte do Plano Brasil Medalhas e é destinado a modalidade individuais

Ministério do EsporteBolsa Atleta Pódio   Ampliar
  • Bolsa Atleta Pódio
O Ministério do Esporte divulgou nesta semana a lista dos 27 judocas contemplados pela Bolsa Atleta Pódio, uma das principais iniciativas do Plano Brasil Medalhas. 
O programa é destinado a modalidade individuais. As bolsas têm valor que variam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil para que os atletas possam se dedicar aos treinos e conquistar mais medalhas nas Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.
Os grandes resultados dos últimos anos dentro do tatame são frutos de planejamento e investimentos dos patrocinadores, privados e estatais, convênios firmados entre a Confederação Brasileira de Judô e o Ministério do Esporte, projetos captados pela Lei de Incentivo ao Esporte, programa Bolsa Atleta e recursos provenientes da Lei Agnelo/Piva, repassados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). 

Bolsa Pódio
Em 13 de setembro de 2012, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, lançaram o Plano Brasil Medalhas 2016, uma ação para ampliar os investimentos nos esportes com chances de conquistar medalhas nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro.
Por meio do Plano Brasil Medalhas serão investidos mais R$ 1 bilhão até 2016 em 21 modalidades olímpicas e 15 paraolímpicas. O objetivo do Plano Brasil Medalhas é permitir que o País encerre a participação nas Olimpíadas do Rio 2016 entre os 10 melhores do quadro de medalhas e que termine as Paraolimpíadas do Rio entre os cinco primeiros na classificação final.
Uma das principais iniciativas do Plano Brasil Medalhas foi a implementação de uma nova categoria do programa Bolsa Atleta: a Bolsa Pódio, cujos valores variam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil.
A expectativa é que cerca de 160 atletas recebam a Bolsa Pódio entre 2013 e 2014. O número de contemplados pode ter variações a cada ano em razão de resultados, uma vez que, para ter direito ao apoio, os atletas devem atender a vários critérios técnicos, entre eles estar situado entre os 20 melhores do ranking mundial de sua prova e comprovar evolução na carreira compatível com a expectativa de medalha nos Jogos Rio 2016. 
Para ter direito à Bolsa Pódio, o atleta precisa ser indicado por sua confederação esportiva, pelo COB ou pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e pelo patrocinador público e ter seu plano esportivo aprovado pelo grupo de especialistas constituído para essa finalidade. A cada ano haverá avaliação do cumprimento do plano esportivo, e novos atletas bem ranqueados poderão ser incluídos na Bolsa Pódio, assim como poderá haver exclusão em caso de não atingimento das metas estabelecidas.
Os judocas contemplados são:
Felipe Eidji Kitadai
Bruno Mendonça Silva
Charles Koshiro Chibana
David Moura Pereira da Silva
Diego Ferreira dos Santos
Eleudis de Souza Valentim
Eric Takabatake
Érika de Souza Miranda
Gabriela Shinobu Chibana
Katherine Stéphanie Campos de Moraes
Ketleyn Lima Quadros
Leandro Leme da Cunha
Luciano Ribeiro Corrêa
Luiz Ricardo de Oliveira Revite
Marcelo Garcia Contini
Maria de Lourdes Mazzoleni Portela
Maria Suelen Altheman
Mayra Aguiar da Silva
Nathália Brigida
Rafael Carlos da Silva
Rafaela Lopes Silva
Renan Jesus Nunes
Rochele Jesus Nunes
Sarah Gabrielle Cabral de Menezes
Tiago Henrique de Oliveira Camilo
Victor Rodrigues Penalber de Oliveira
Walter Costa dos Santos 

Fonte:

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O Maracanã que nem a Fifa e nem o COI pediram


http://www.linkedin.com/groups?home=&gid=1494137&trk=anet_ug_hm


O Maracanã que será entregue está além do que é exigido pela Fifa, mas aquém do necessário para a Olimpíada.
Um inquérito aberto pelo Ministério Público do Rio de Janeiro apura o motivo de o governo Sérgio Cabral gastar em itens não obrigatórios para 2014 e ignorar adaptações necessárias para 2016.

Em depoimento de 26 de fevereiro no MP, o consultor do Comitê Organizador Local, Carlos de La Corte, assegura que as plantas nunca previram as caríssimas demolições de uma escola, do estádio Célio de Barros e do Parque Aquático Júlio De Lamare.

Diz também que a Fifa não pediu os espaços para a construção de estacionamento e áreas de circulação.

Um ofício enviado pela Rio 2016 ao governo alerta que a reforma não contemplou a exigência de aumentar os túneis de acesso ao gramado.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Los números que nos adelanta Rio 2016



Mientras la Bandera Olímpica ya está en suelo brasilero el Comité Organizador de Río 2016 empieza a difundir algunos datos de los que serán los primeros Juegos Olímpicos en América del Sur.
El camino de las siete infografías comienza con la fecha del anuncio de Río de Janeiro como ciudad organizadora hace ya tres años hasta números de los Juegos que sumarán dos deportes más, golf y rugby seven, con respecto a sus antecesores británicos llevando la cifra final a veintiocho
Los Ingresos: los valores de las entradas a las diferentes competiciones y un desafío para el sistema de ticketing,  la habitual discusión con los sponsors para que las instalaciones deportivas se vean llenas
Las Instalaciones: los Juegos son el último eslabón de un camino que comenzó en Río de Janeiro en 2007 con la organización de los Juegos Panamericanos y Parapanamericanos, con la parada intermedia en la Copa Mundial de la FIFA en 2014.
La Villa Olímpica y Paralímpica: capacidad, área de servicios y algo fundamental para los deportistas, tiempo máximo para llegar a las instalaciones de entrenamiento y competición
Río de Janeiro: la Cidade Maravilhosa, que apostará por la ecología y la naturaleza, tendrá en la mira la urbanización de las favelas como legado urbano
La estructura de Río: la demanda energética y el sistema de transporte son en todo evento masivo uno de los puntos claves para el buen desarrollo de los mismos.