Blog da disciplina de Marketing Esportivo. Aqui você encontrará o conteúdo necessário para a realização do curso. Em caso de dúvidas, entrar em contato com: lleo@puc-rio.br
domingo, 17 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Renovação no esporte
O calendário esportivo engordou, há mais empresas patrocinando clubes e atletas e a administração de estádios está se tornando um negócio rentável. Tem mais oportunidades de emprego no setor
Luiz de França, José Eduardo Costa (redacao.vocesa@abril.com.br) 10/06/2012
Crédito: Ernani de Almeida, Fotos: 1 Renato Pizzutto, 2 Divulgação, 3 Fernando Cavalcanti, 4 Divulgação, 5 Bob Wolfenson, 6 Paulo Vitale
Flávio Souza (à esq.) e Mauro Corrêa, ambos da Golden Goal, no Engenhão, no Rio de Janeiro: gestão do estádio responde por 25% do faturamento
No mês passado, teve início o campeonato Brasileiro de Futebol, o Brasileirão. Nos gramados, os 20 maiores clubes vão disputar 380 jogos, nos próximos sete meses, em busca do primeiro lugar no maior evento da agenda esportiva do país. No ano passado, mais de 5 milhões de torcedores compareceram aos estádios, gerando uma receita de bilheteria de aproximadamente 120 milhões de reais. Essa dinheirama é apenas uma fatia, a menor porção, do total de recursos movimentados pelo futebol.
Segundo levantamento da consultoria Bdo rcs, os 20 maiores clubes geraram 2,15 bilhões de reais em negócios em 2011. Essa grana vem da bilheteria dos jogos, da venda de patrocínio e das negociações envolvendo a compra e a venda de atletas. Longe dos holofotes e dos gramados, centenas de profissionais disputam o direito de negociar em nome dos times.
Por exemplo, a administração dos estádios. Até bem pouco tempo os camarotes das arenas brasileiras eram espaços decadentes. Eles se transformaram em palco de eventos corporativos durante as partidas de futebol e os shows de celebridades, como U2 e Madonna. A golden goal administra os 79 camarotes do Engenhão, o estádio do Botafogo, no Rio de Janeiro. O cliente bancos e grandes empresas aluga o espaço e a Golden Goal faz a gestão dos fornecedores de bebidas, comidas e outros serviços.
"Esse filão representa 25% do nosso faturamento", diz Flávio souza, diretor administrativo- financeiro. Além disso, novas modalidades esportivas, como o MMA, têm feito com que empresas estabelecidas criem novas áreas de negócios e novos empreendimentos cheguem ao mercado. Há também uma diversidade de projetos em andamento por causa da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.Esses projetos têm gerado demanda por consultores especializados em medir o retorno de grandes investimentos de marketing no esporte.
Mais vagas Um estudo da SportPar, empresa de investimentos e gestão de ativos nas indústrias de esporte, entretenimento e mídia, mostra um aumento das receitas globais do esporte em 4,8% ao ano, chegando a 320 bilhões de reais em 2016. Nesse cenário, o Brasil saltará de 6 bilhões de reais, gerados em 2010, para 10 bilhões de reais, em 2016. No mesmo período, o setor que emprega atualmente 300 000 profissionais deve dobrar a oferta de vagas.
Esses números têm atraído empresários como o bilionário Eike Batista, que no ano passado se associou à americana IMg Worldwide. dessa parceria nasceu a IMX. "somos uma empresa pequena e pretendemos estar entre as maiores do setor nos próximos três anos", diz Alan Adlert, presidente da IMX, que emprega 55 funcionários, entre eles profissionais de finanças, publicidade e comunicação. A IMX está por trás de eventos de golfe, vela, tênis, mas tem também em seu portfólio campeonatos de skate e BMX.
Entre seus agenciados estão o lutador Anderson Silva e os jogadores de futebol Neymar, do Santos, e Lucas, do São Paulo. Ronaldo também administra os contratos do cantor Luan Santana e está em negociação com duas cantoras famosas, uma baiana e outra mineira. "O nome Ronaldo abre muitas portas", diz Evandro Guimarães, diretor de operações.
A 9ine, que começou com quatro funcionários, hoje emprega 30 e opera nos moldes de uma agência de publicidade, com áreas de atendimento, criação e mídia. "O mercado de esportes no Brasil é emergente, e isso quer dizer que temos um mar de oportunidades pela frente", diz Marcos Lacerda, presidente da Momentum Sport, uma sociedade entre a agência de publicidade WMcCann e o ex-piloto Emerson Fittipaldi, com menos de um ano de atividade.
Ela atua em consultoria para empresas interessadas em investir em esporte, mas que não sabem em qual modalidade nem como, na ativação de marcas para as companhias que já compraram cotas de patrocínio e precisam explorar as oportunidades da associação com o clube ou com o atleta. A agência, que tem 17 funcionários, quer dobrar esse número nos próximos meses. As empresas citadas são apenas um pequeno extrato de um mercado que está se renovando e criando empregos.
As escolas de negócios já se deram conta da necessidade de mão de obra especializada para o segmento. A Trevisan Escola de Negócios, de São Paulo, tem um MBA de gestão do esporte, cujo foco é negócios. No mês passado, a Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro abriu um curso de marketing esportivo em convênio com a Federação Internacional de Futebol (Fifa). O programa é aberto para advogados, publicitários, administradores e atletas. Nesse mercado, a rede de relacionamentos é tão importante quanto ter experiência.
É fundamental circular pelos eventos esportivos e investir em networking. Um profissional que está começando ganha até 3 000 reais, e um diretor de 20 000 a 30 000 reais. A maioria das empresas não tem um plano de carreira definido, o que faz com que as promoções dependam da habilidade de gerar novos contratos e negócios. "Porém, é um setor que está se profissionalizando rapidamente e vai remunerar melhor quem for mais especializado", diz Pedro Trengrouse, coordenador acadêmico do curso da Fifa-FGV.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Patrocínio Sob o Ponto de Vista do Patrocinador
Ministrei uma aula nesta última terça-feira, 26/julho, com o tema título deste artigo, realizada pela Rede Cemec para o curso de Captação de Recursos. Fiquei muito satisfeito com o resultado, principalmente com a interatividade e a troca de experiências proporcionadas.
Procurei abordar de maneira prática quais são as principais potencialidades deRelacionamento e Negociação com o patrocinador e também explorei as demandas e Necessidades Corporativas.
Esta abordagem propõe que o gestor cultural tenha uma visão distinta de seu projeto e exercite o pensamento estratégico tal qual um Diretor de Marketing de uma grande empresa. Dentro desta visão, devem-se estabelecer quais serão os atributos importantes para aprovação dos patrocínios pela empresa.
A dinâmica foi muito importante porque os participantes tiveram condições de compreender a dificuldade em estar do “outro lado”. Como resultado, definiram alguns atributos que seriam importantes para compor sua matriz estratégica de patrocínio corporativo:
- Foco em seus Negócios;
- Identidade Corporativa (DNA);
- Associação da Marca;
- Atendimento a um Nicho de Interesse;
- Desenvolvimento de Mercado;
- Geração de Conteúdo;
- Promoção de Inclusão.
Com a dinâmica concluiu-se que, atualmente, as principais necessidades corporativas estão relacionadas com o Custo x Benefício do Projeto; ROI & ROO (Return On Investiment) & (Return On Objectives); Credibilidade do Projeto e Proponente x Entrega.
Compreendeu-se que, muitas vezes, não ter o projeto de patrocínio aprovado não incorre do fato da empresa ser má ou por não querer fomentar a cultura, esporte ou meio ambiente, mas sim, que existem alguns critérios e atributos que esta empresa precisa seguir para que os projetos selecionados estejam alinhados com suas estratégias de comunicação com o mercado.
Além desta visão também se viram quais eram as principais dificuldades dos proponentes na hora de aprovar os patrocínios para seus projetos:
- Quem decide?
- Devo adequar o projeto?
- Quais as contrapartidas?
- Existe algum fluxo a ser seguido?
- Que tipo de ferramenta pode auxiliar para a captação?
É preciso mais compreensão e uma mudança cultural para profissionalização desse segmento por ambos os lados, tanto do proponente, quanto do patrocinador. Precisa estar claro que esta é uma ferramenta de comunicação que compõe o marketing da empresa, mas também é um mecanismo de concretização de sonhos e melhorias sociais por meio da cultura e em outros casos ligados ao esporte e meio ambiente também.
Percebo que hoje existe a preocupação e a busca da qualificação para desenvolver projetos que contenham as duas medidas e um único objetivo: o crescimento e fortalecimento do nosso país, porque país sem cultura é país sem riqueza!
Sucesso em seus projetos,
Marcelo Azevedo
Caso tenha interesse no conteúdo da aula, baixe a apresentação.
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
Ranking de MBA em esportes
BlogSportJob
Gosta tanto de marketing e negócios do esporte que resolveu divulgar conteúdos, dicas e vagas para quem quer trabalhar na área. Twitter: @Sportjob.
Ranking de cursos de pós-graduação e MBA em esportes
- Alessandro Sassaroli
- 21.05.2012
- Nenhum Comentário
O site SportBusiness, um dos mais conceituados do mundo do mercado esportivo, divulgou lista dos melhores cursos de pós-graduação e MBA em esportes no mundo.
As vinte instituições listadas encontram-se na Europa ou nos Estados Unidos. Dois cursos são os “queridinhos” dos brasileiros: o FIFA Master (CIES) e o MBA in Football Industry (Universidade of Liverpool)
Confira:
- Ohio University – MBA and Master of Sports Administration
- The International Centre for Sports Studies (CIES) – The FIFA Master – International Master in Management, Law and Humanities of Sport
- Windsor University – Master in Sports Management
- Coventry University – MBA in International Sport Management
- University of Northern Colorado – MSc in Sports Administration
- Johann Cruyff Institute for Sports Studies – International Master of Sport Management
- ESSEC Business School – International Sports Marketing Master
- University of Massachussets – Amherst - Mark McCormack Dept. – MBA in Sport Management
- International Academy of Sport Science and Technology (AISTS) – Master of Advanced Studies in Sports Administration and Technology
- University of Peloponnese - MSc in Sports Management
- Deakin University – MBA in Sport Management
- Universitá Cà Foscari Venezia – Master in Sport Business Strategy
- University of New Haven – MBA/MSc in Management of Sports Industries
- Coventry University – MSc in Sport Business Management
- University of Liverpool – MBA in Football Industries
- University of Vigo – Master in Sport Business Management
- Saint Leo University – MBA in Sport Business
- Real Madrid International School & Universidad Europea de Madrid – Master in Sports Management
- University of Stirling – MSc in Sport Management
- Vrije Universiteit Brussel – Sports, Economics and Communications
Para ter acesso completo ao estudo, visite o site SportBusiness.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Ação Pepsi - Basketball
Pepsi MAX went to a pick-up game in Bloomfield, NJ pretending to shoot a documentary on a basketball player named "Kevin." When his Uncle Drew came into the game, some magical things happened. http://www.PepsiMAX.com/facebook
terça-feira, 8 de maio de 2012
Esporte na TV
Brasil cresce, mas EUA ainda são imbatíveis
Nos canais abertos brasileiros, programação é até mais extensa. Na TV paga, porém, EUA são incomparáveis: 30 canais e 5.544 horas semanais de esporte
Luiz Castro

Jogadores do Green Bay Packers comemoram a vitória no Super Bowl XLV: o principal evento do ano na grade da TV americana, com receitas publicitárias milionárias (Al Bello/Getty Images)
Se os fanáticos americanos se dividem entre várias modalidades diferentes, como basquete, beisebol e futebol americano, o mesmo acontece com os direitos de transmissão. O Super Bowl passa a cada ano num canal dos EUA
Tão diferentes em termos econômicos, Estados Unidos e Brasil são dois países com uma característica cultural em comum: a paixão por assistir esporte na TV. Os americanos, pioneiros no assunto, são muito mais ecléticos - torcem enlouquecidamente por suas equipes de basquete, beisebol, futebol americano e diversas outras modalidades, tanto nas ligas profissionais quanto nas universitárias. Os brasileiros, que antes só tinham olhos para o futebol, foram aprendendo a admirar outros esportes, e hoje acompanham dezenas de modalidades pela telinha - incluindo algumas das variações preferidas dos próprios americanos. Os playoffs da NBA e a reta final do futebol americano, por exemplo, já mobilizam muitos fanáticos no país. No quesito tempo de exposição do esporte na tela, porém, os americanos seguem muito à frente dos brasileiros, graças ao enorme número de canais a cabo especializados. Contando apenas os canais abertos, a programação brasileira é maior, mas muito mais restrita - além do futebol e do automobilismo, as opções são escassas.
Leia também: O forte crescimento da programação esportiva na televisão brasileira
Somadas, Globo, Band e RedeTV! transmitem cerca de 56 horas semanais de programação esportiva, 27 a mais que as quatro grandes dos EUA (7 horas da ABC, 10 horas da CBS, 10 horas da NBC e 2 horas da Fox, de acordo com a grade da última semana). A grande diferença está no noticiário esportivo. Quase todas as grandes emissoras brasileiras têm jornais diários, programas de variedades e mesas-redondas tratando apenas de esporte. Nos EUA, a TV aberta só abre espaço à programação esportiva nas transmissões de jogos ao vivo. As notícias, discussões e repercussões das partidas da semana são exibidas apenas na TV paga. Nesse segmento, a comparação entre os EUA e o Brasil muda totalmente de figura. Os americanos têm 5.544 horas semanais de esporte nos canais fechados, contra 2.198 horas semanais dos brasileiros. No país onde o negócio da TV paga se desenvolveu, há pelo menos 30 canais especializados em cobertura esportiva, muitos deles com segmentação extrema. O Brasil tem 9 canais fechados que tratam só de esporte.
Somadas, Globo, Band e RedeTV! transmitem cerca de 56 horas semanais de programação esportiva, 27 a mais que as quatro grandes dos EUA (7 horas da ABC, 10 horas da CBS, 10 horas da NBC e 2 horas da Fox, de acordo com a grade da última semana). A grande diferença está no noticiário esportivo. Quase todas as grandes emissoras brasileiras têm jornais diários, programas de variedades e mesas-redondas tratando apenas de esporte. Nos EUA, a TV aberta só abre espaço à programação esportiva nas transmissões de jogos ao vivo. As notícias, discussões e repercussões das partidas da semana são exibidas apenas na TV paga. Nesse segmento, a comparação entre os EUA e o Brasil muda totalmente de figura. Os americanos têm 5.544 horas semanais de esporte nos canais fechados, contra 2.198 horas semanais dos brasileiros. No país onde o negócio da TV paga se desenvolveu, há pelo menos 30 canais especializados em cobertura esportiva, muitos deles com segmentação extrema. O Brasil tem 9 canais fechados que tratam só de esporte.
Leia também: Da zebrinha ao Zé da Galera, 8 clássicos do esporte na televisão do país
Mudança para o cabo - EUA e Brasil têm as quatro maiores emissoras de TV do planeta: ABC, CBS, TV Globo e NBS. O ranking é formado de acordo com a receita publicitária das redes. Uma das coisas que as quatro têm em comum são momentos marcantes ligados ao esporte, com coberturas de grande audiência - e, por consequência, muito dinheiro com comerciais. Atualmente, todas elas praticam um novo formato, em que as transmissões esportivas se concentram em grandes eventos exibidos ao vivo, enquanto noticiários, programas de debate e modalidades de interesse mais restrito ficam entregues às subsidiárias na TV paga. Esses parceiros complementam seu cardápio esportivo - e reforçam sua arrecadação publicitária - com 24 horas diárias de programação exclusiva. Nos EUA, um país que historicamente tem uma TV de maior tradição e alcance, há quatro grandes redes: os três mais tradicionais, ABC, CBS e NBC (derivados do rádio e fundados entre as décadas de 1930 e 1940) e a Fox, surgida na década de 1980. Todas hoje têm canais pagos de esporte.
Mudança para o cabo - EUA e Brasil têm as quatro maiores emissoras de TV do planeta: ABC, CBS, TV Globo e NBS. O ranking é formado de acordo com a receita publicitária das redes. Uma das coisas que as quatro têm em comum são momentos marcantes ligados ao esporte, com coberturas de grande audiência - e, por consequência, muito dinheiro com comerciais. Atualmente, todas elas praticam um novo formato, em que as transmissões esportivas se concentram em grandes eventos exibidos ao vivo, enquanto noticiários, programas de debate e modalidades de interesse mais restrito ficam entregues às subsidiárias na TV paga. Esses parceiros complementam seu cardápio esportivo - e reforçam sua arrecadação publicitária - com 24 horas diárias de programação exclusiva. Nos EUA, um país que historicamente tem uma TV de maior tradição e alcance, há quatro grandes redes: os três mais tradicionais, ABC, CBS e NBC (derivados do rádio e fundados entre as décadas de 1930 e 1940) e a Fox, surgida na década de 1980. Todas hoje têm canais pagos de esporte.
Leia também: Quando Pelé vendia imóveis e Senna anunciava caderneta de poupança
Se os fanáticos americanos se dividem entre várias modalidades diferentes, como basquete, beisebol e futebol americano, o mesmo acontece com os direitos de transmissão. Ao longo dos anos, os campeonatos e esportes foram migrando de emissora para emissora, em função da grande concorrência entre elas. Para se ter uma ideia, o Super Bowl, a grande final da liga de futebol americano, é transmitida a cada ano por uma emissora diferente, algo que causa estranheza nos brasileiros, mas que já virou fato corriqueiro para os torcedores nos EUA. No intervalo do jogo está o espaço comercial mais caro e disputado da TV americana, e as emissoras acabaram negociando o rodízio para que todas conseguissem atrair essa receita publicitária bilionária. Outro fenômeno americano é a rede ESPN, a pioneira nas transmissões exclusivas de esporte, que hoje é um verdadeiro império, com múltiplos canais e plataformas de negócio. Seu sucesso espantoso é considerado um dos principais motivos para a disparada da programação esportiva na TV nos últimos anos.
Se os fanáticos americanos se dividem entre várias modalidades diferentes, como basquete, beisebol e futebol americano, o mesmo acontece com os direitos de transmissão. Ao longo dos anos, os campeonatos e esportes foram migrando de emissora para emissora, em função da grande concorrência entre elas. Para se ter uma ideia, o Super Bowl, a grande final da liga de futebol americano, é transmitida a cada ano por uma emissora diferente, algo que causa estranheza nos brasileiros, mas que já virou fato corriqueiro para os torcedores nos EUA. No intervalo do jogo está o espaço comercial mais caro e disputado da TV americana, e as emissoras acabaram negociando o rodízio para que todas conseguissem atrair essa receita publicitária bilionária. Outro fenômeno americano é a rede ESPN, a pioneira nas transmissões exclusivas de esporte, que hoje é um verdadeiro império, com múltiplos canais e plataformas de negócio. Seu sucesso espantoso é considerado um dos principais motivos para a disparada da programação esportiva na TV nos últimos anos.
O esporte na televisão americana
Além das cinco emissoras abaixo, há também pelo menos 15 canais a cabo especializados em esporte nos EUA, somando mais 2.250 horas semanais de programação. Entre eles estão canais exclusivos das ligas profissionais de basquete, beisebol, futebol americano e hóquei - além de emissoras só de tênis, luta livre e até pesca
- <
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- 2
- 3
- 4
- 5
- >
1 de 5
ABC
Cerca de sete horas semanais de programação esportiva (baseado na programação da semana passada, que tinha Nascar e NBA).
O canal: Maior emissora de televisão do planeta, foi fundada em 1948 e tem sede em Nova York. A empresa pertence à Walt Disney Company e detém 80% do canal ESPN, com quem firmou parceria em 2006.
Cobertura esportiva: Até 1961, o esporte fazia parte da programação normal da ABC - como ocorre nos canais abertos do Brasil. Foi quando surgiu a ABC Sports, nova subdivisão da rede. Na prática nada mudou, mas a ABC Sports virou quase um canal dentro do canal, que já era famoso pelas transmissões do Monday Night Football, dia mais tradicional do futebol americano na TV. A partir da década de 1990, fechou parceria com a ESPN, maior canal especializado em esportes do planeta - que, assim como a ABC, faz parte do grupo Disney. Num primeiro momento, de 1996 a 2006, só alguns programas e jornalistas da ESPN participavam de transmissões na ABC Sports e vice-versa (algo semelhante ao que ocorre atualmente entre Globo e Sportv). Depois, as duas redes decidiram negociar a fusão. O braço esportivo da rede passou a se chamar, então, ESPN on ABC. Enquanto o canal a cabo funcionava de maneira independente, todas as atrações esportivas da ABC passaram a ser de total responsabilidade da ESPN, que antes disso apenas retransmitia partidas.
Principais atrações: NBA, NCAA (esportes universitários), Nascar, Fórmula Indy e Copa do Mundo.
O canal: Maior emissora de televisão do planeta, foi fundada em 1948 e tem sede em Nova York. A empresa pertence à Walt Disney Company e detém 80% do canal ESPN, com quem firmou parceria em 2006.
Cobertura esportiva: Até 1961, o esporte fazia parte da programação normal da ABC - como ocorre nos canais abertos do Brasil. Foi quando surgiu a ABC Sports, nova subdivisão da rede. Na prática nada mudou, mas a ABC Sports virou quase um canal dentro do canal, que já era famoso pelas transmissões do Monday Night Football, dia mais tradicional do futebol americano na TV. A partir da década de 1990, fechou parceria com a ESPN, maior canal especializado em esportes do planeta - que, assim como a ABC, faz parte do grupo Disney. Num primeiro momento, de 1996 a 2006, só alguns programas e jornalistas da ESPN participavam de transmissões na ABC Sports e vice-versa (algo semelhante ao que ocorre atualmente entre Globo e Sportv). Depois, as duas redes decidiram negociar a fusão. O braço esportivo da rede passou a se chamar, então, ESPN on ABC. Enquanto o canal a cabo funcionava de maneira independente, todas as atrações esportivas da ABC passaram a ser de total responsabilidade da ESPN, que antes disso apenas retransmitia partidas.
Principais atrações: NBA, NCAA (esportes universitários), Nascar, Fórmula Indy e Copa do Mundo.
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