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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Fortnite is launching a concert series it hopes will become a ‘tour stop’ for artists

 







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domingo, 20 de outubro de 2019

Bahia lança camisa manchada em manifestação ao vazamento

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Equipe tricolor entra em campo nesta segunda-feira contra o Ceará pelo Campeonato Brasileiro


Redação, O Estado de S.Paulo
20 de outubro de 2019 | 13h29

Bahia entra em campo nesta segunda-feira pelo Campeonato Brasileiro diante do Ceará com uma novidade. Para a ocasião, o time divulgou, neste domingo, que vai atuar com uma camisa manchada de preto, de óleo preto. A manifestação se deve pelo vazamento de petróleo que ocorre nas praias do Nordeste do Brasil e tomou conta do noticiário do País, ainda sem resolução.

Vazou... também na camisa do Esquadrão. 
Por medidas de redução do impacto ambiental e pela punição aos responsáveis, nossas camisas estarão manchadas de óleo no jogo de amanhã - como as praias do Nordeste.
As manchas de óleo foram detectadas na região pela primeira vez em 30 de agosto. Desde então, já houve 187 áreas afetadas em 77 municípios dos nove Estados da região. Ainda não se sabe a origem do vazamento. A força-tarefa de limpeza conta com 1.583 militares de 48 organizações e 74 civis, informou que mais de 200 toneladas de resíduos contaminados já foram isoladas. Moradores também ajudam nos trabalhos de contingenciamento do óleo.
Após a repercussão da camisa nas redes sociais, o Bahia também anunciou que elas serão leiloadas após a partida e a renda será revertida ao trabalho de limpeza das praias no Estado. 

🆘🏖️ A repercussão tá linda. Linda demais! Mas não ficaremos nisso. Camisas da ação serão leiloadas com renda revertida ao trabalho de limpeza das praias com manchas de óleo na Bahia


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segunda-feira, 12 de março de 2018

Com procura inferior à Copa no Brasil, Rússia retoma venda de ingressos

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Fifa registrou 8,4 milhões de pedidos por bilhetes até o momento

por 



MOSCOU - A Copa do Mundo de 2018 ainda tenta alcançar o apelo da edição realizada no Brasil há quatro anos. Até agora, a Fifa registrou 8,4 milhões de pedidos de ingressos para o Mundial da Rússia - contra cerca de 9,7 milhões de solicitações até a mesma etapa de vendas na última Copa. A venda de ingressos para o Mundial de 2018 será retomada nesta terça-feira.

Esta próxima fase de vendas será a quarta, com início marcado para 13 de março, e pode se estender até 3 de abril. Nela, os ingressos serão distribuídos por ordem de chegada aos torcedores através do site www.fifa.com/tickets.
Na primeira etapa, entre setembro e outubro de 2017, a Fifa distribuiu aleatoriamente os ingressos entre o total de solicitantes. O procedimento se repetiu na abertura da terceira fase, que foi de dezembro a janeiro. Entre esses dois momentos, os torcedores já tiveram uma janela de compra que seguia o critério da ordem de chegada, em novembro do ano passado.

Considerando as três fases de venda de ingressos, até agora pouco mais de 1,3 milhão de bilhetes foram alocados - isto é, efetivamente vendidos depois da solicitação. No caso do Brasil, que seguiu cronograma similar ao da Rússia, o número de vendas até esta etapa já beirava 1,6 milhão de ingressos, segundo dados divulgados pela Fifa à época.

Do total de ingressos vendidos para o Mundial da Rússia, cerca de 545 mil - ou 42% do total - tiveram como destino o próprio país-sede. Na Copa de 2014, por outro lado, cerca de 60% dos bilhetes comercializados até a terceira fase foram destinados a brasileiros.

- É importante destacar que há muitos pedidos de outros países, inclusive de alguns cujas seleções sequer se classificaram para a Copa, como Holanda e China. Isso mostra que muitos estrangeiros estão interessados em visitar e conhecer a Rússia - destacou o diretor-executivo do Comitê Organizador da Copa de 2018, Alexey Sorokin, no início do mês.

ARGENTINA X ISLÂNDIA ESGOTADO

Na terceira fase de vendas, boa parte dos ingressos tiveram a América Latina como destino. Metade do top 10 é composta por países latinos: Colômbia, Brasil, Peru, México e Argentina estão neste grupo. De acordo com a Fifa, duas partidas não têm mais ingressos disponíveis. Uma delas é a final da Copa, que acontecerá no dia 15 de julho. A outra é a estreia dos argentinos pelo Grupo D, no dia 16 de junho, contra a Islândia - equipe sensação da última Eurocopa, quando levou cerca de 30 mil pessoas (quase 10% de sua população) para a França, sede do torneio.

Os ingressos vendidos até a quarta fase serão entregues entre maio e abril aos torcedores. Depois da etapa atual de vendas, a Fifa ainda planeja abrir uma fase derradeira, entre 18 de abril e 15 de julho, que funcionará em ordem de chegada - até que os ingressos se esgotem, é claro. Na última edição do Mundial, foram colocados à venda para o público cerca de três milhões de bilhetes. Já para a Copa de 2018, segundo a Fifa, a carga total disponível é de 2,5 milhões.

- Não vemos muito sentido em comparar venda de ingressos entre diferentes Copas do Mundo, já que estamos falando de edições, mercados, processos de vendas e capacidade de estádios totalmente diferentes - afirmou um porta-voz da Fifa ao GLOBO. - A Fifa mostrou muito agrado com os índices de vendas na Copa de 2014, e também está satisfeita com a venda atual na Rússia.

Os preços dos ingressos para não-residentes na Rússia varia entre 1280 rublos (cerca de R$ 70), para jogos na fase de grupos, e 66 mil rublos, ou quase R$ 3,8 mil, para a final da Copa. Depois de adquirir um ingresso, os torcedores precisam se cadastrar no serviço "Fan ID", da Fifa, para solicitar uma espécie de credencial de torcida. O documento substituirá a necessidade de visto para estrangeiros que decidirem acompanhar a Copa, e servirá para garantir acesso às áreas de partidas, além de permitir uso gratuito do transporte público nas 11 cidades-sede do Mundial. O "Fan ID" pode ser solicitado no site https://www.fan-id.ru/


Leia mais: https://oglobo.globo.com/esportes/com-procura-inferior-copa-no-brasil-russia-retoma-venda-de-ingressos-22481258#ixzz5C7msKxZD 
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Ingressos encalham e Copa das Confederações não empolga russos

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FÁBIO ALEIXO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE MOSCOU 17/05/2017 02h00

Teste para o Mundial de 2018, a Copa das Confederações serve como termômetro para a Fifa.

Enquanto comemora a situação dos estádios prontos a um mês da abertura, a entidade vê uma realidade fria e de quase indiferença dos russos em relação ao torneio que terá, além da seleção nacional, a campeã mundial Alemanha e Portugal, com Cristiano Ronaldo. 

São dois os grandes problemas: a baixa procura por ingressos e a falta de acordo com emissoras locais para transmissão das partidas. Se a competição começasse agora, não haveria difusão em televisão para a maioria dos 144,4 milhões de habitantes do país. 

Nem em locais públicos isso será possível, uma vez que na Copa das Confederações não haverá as tradicionais Fan Fests. O desencontro com as televisões afeta também transmissões por telefones celulares e pela internet. 

De acordo com a empresa Telesport, especializada na aquisição de direitos e que fez proposta conjunta das emissoras estatais Canal 1, VGTRK e Match TV, o valor cobrado pela Fifa é exorbitante. 

Peter Makarenko, chefe da empresa, disse que os direitos conjuntos para exibição da Copa das Confederações e da Copa custam US$ 120 milhões (R$ 374,5 milhões). 

Trata-se de um valor quase quatro vezes maior do que o pago há quatro anos para os eventos no Brasil. À época, foram cobrados US$ 32 milhões (R$ 100 milhões). "As negociações estão em andamento e atualizações serão dadas no tempo correto. Não temos mais comentários sobre o tema", afirmou um porta-voz da Fifa à Folha. 

Ao redor do mundo, a transmissão seja por telefone ou internet já está garantida em 134 territórios. No Brasil, a competição será exibida pela Globo, Band e SporTV. 

ENCALHE

No total, foram disponibilizados 696 mil tíquetes para a Copa das Confederações, mas até a última atualização oficial, em 3 de maio, só 300 mil haviam sido vendidos. A Fifa afirmou à Folha que o número tem crescido, já que os postos de venda fixa já foram abertos nas quatro sedes (Kazan, Moscou, São Petersburgo e Sochi) e a venda via internet não exige mais fila de espera.

Porém, novos números não foram fornecidos. Das 16 partidas do campeonato, a única para a qual já não é possível comprar ingresso é Rússia x Portugal, em 21 de junho, em Moscou. Para as outras 15 sobram entradas em todos os setores. Nem mesmo a abertura (Rússia x Nova Zelândia, em São Petersburgo) tem lotação máxima, bem como a final, que ocorrerá na mesma arena. 

Há quatro anos, no Brasil, o jogo de abertura entre a seleção e o Japão se esgotou em fevereiro. Os demais jogos do time nacional se esgotaram antes do início do evento. O preço pode ser uma explicação. À exceção da categoria 4, voltada a residentes russos e cujas entradas precisam ser pagas em rublos a um valor de 960 (R$ 53), na fase de grupos as demais categorias não saem por menos de US$ 70 (R$ 218).

"Queria ver Rússia x Portugal, mas me informaram que está esgotado. Estou pensando em ver Camarões x Chile aqui em Moscou, mas os ingressos estão muito caros. Deveriam ser mais baratos", disse o malaio Shurgan Surish, estudante de medicina.

Ele e o russo Venceslav Kostov foram duas pessoas das apenas oito que entraram no centro de venda de tíquetes de Moscou nos 40 minutos em que a reportagem esteve presente ao local. 

A divulgação também não é grande até o momento. Nos principais pontos turísticos, nos trens do metrô e nas vias de Moscou não há propagandas da competição. Nas proximidades da Praça Vermelha, um modesto relógio marca apenas o tempo que falta até a Copa do Mundo. 

Não há qualquer menção ao torneio que se aproxima. A maior ação promocional tem ocorrido aos fins de semanas, com a montagem de um parque temático em cada uma das quatro cidades-sede, com a presença de ex-campeões da Copa das Confederações e do troféu oficial da competição.

TESTE

Os quatro estádios que serão usados na Copa das Confederações já foram inaugurados e testados
O último a abrir as portas foi o de São Petersburgo, em 23 de abril. A ressalva foi o gramado, que estava longe das condições ideais para um jogo. Ele só será usado novamente na Copa das Confederações. A arena foi a que mais tempo levou para ser concluída. Foram dez anos entre o início, em 2007, e o fim das obras, em 2017. O estádio de Moscou (Arena Otkritie), inaugurado em 2014, tem recebido os jogos do Spartak Moscou, que na semana passada foi campeão russo.

A última partida no local antes da Copa das Confederações será realizada nesta quarta (17), entre o Spartak e o Terek Grozny. Em Sochi, o estádio projetado para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 foi usado em 28 de março no empate em 3 a 3 entre Rússia e Bélgica, que serviu oficialmente como teste para os organizadores. Foi usado também na final da Copa da Rússia em 2 de maio, que terminou com triunfo do Lokomotiv por 2 a 0 sobre o Ural. 

Apenas 24.500 pessoas estiveram presentes na arena para 47.659 espectadores. Já o estádio de Kazan foi aberta para a Universíade de 2013 e é casa do Rubin Kazan, time da cidade que disputa a primeira divisão. Assim como no Brasil, o estádio da abertura da Copa do Mundo não será usado na Copa das Confederações. Em 2013, o Itaquerão estava longe de estar concluído. 

Em Moscou, o Estádio Luzhniki passa por grande renovação para se adaptar às exigências da Fifa, a exemplo do que houve no Maracanã. A taça já passou por Moscou, Kazan e Sochi. No próximo final de semana estará em São Petersburgo, palco da abertura e da decisão.

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2017/05/1884650-ingressos-encalham-e-copa-das-confederacoes-nao-empolga-russos.shtml

quarta-feira, 8 de março de 2017

Estádio para todas

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Adidas e Flamengo lançam camisa especial para o Dia Internacional da Mulher

Em 08/03/2017 às 11h52



Em homenagem ao mês das mulheres, à paixão delas pelo futebol e para incentivar cada vez mais a presença feminina nos estádios, a adidas e o Flamengo lançam uma edição limitada e especial de camisas femininas. 

"Essa camisa não é apenas uma homenagem às mulheres rubro-negras, mas uma forma de pedir mais respeito – nos estádios, dentro de casa, nas ruas, nas empresas, escolas e em todo lugar. O Flamengo tem a maior torcida do Brasil e a maior torcida feminina, então é um importante e enorme multiplicador dessa mensagem", afirma Luiz Gaspar, Head of Football da adidas Brasil. 

A ação inclui ainda um vídeo especial preparado pelo Flamengo e que será exibido no jogo desta quarta-feira (8), contra o San Lorenzo. "O mês de março é um mês no qual a luta das mulheres por seu espaço de direito na sociedade não é apenas lembrada - porque nunca deve ser esquecida - mas intensificada, de várias maneiras. E em homenagem a essa mulher, que tem o direito de ir aos estádios, tem direito ao seu espaço no mercado de trabalho e que tem o direito de ir e vir sem sofrer qualquer tipo de violência, o Flamengo e a adidas lançam essa campanha - criada por mulheres, para mulheres. É uma homenagem à minha esposa, à minha filha, à minha mãe, às nossas atletas e a todas as mulheres, rubro-negras ou não: vocês podem ser o que vocês quiserem. E se quiserem ser torcedoras, teremos o maior prazer de ter vocês ao nosso lado", diz Daniel Orlean, vice-presidente de Marketing do Flamengo. 

As camisa tem 3.000 unidades disponíveis e já está disponível para compra no site da adidas - www.adidas.com/flamengo - e nas lojas adidas de São Paulo (Eldorado, Pátio Higienópolis, Morumbi Shopping, Oscar Freire e Bourbon), do Rio de Janeiro (Loja da Gávea, Barra Shopping, Rio Sul, Rio Leblon e Tijuca), e também em outros estados como Brasília, Maceió Shopping, Midway Natal, BH Shopping, Porto Alegre e Recife, pelo valor de R$ 349,99.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Coincidência? Com cabelo, Ronda tapa 'rival' de sua patrocinadora em fotos com camisa do Fla



ESPN.com.br

MOSAICO COM STAFF IMAGES
Ronda Rousey posou com a camisa do Flamengo, mas não deixou a Adidas aparecer
Ronda Rousey posou com a camisa do Flamengo, mas não deixou a Adidas aparecer
Depois de uma vitória avassaladora no UFC 190, Ronda Rousey resolveu curtir o empate entre Flamengo e Santos, no Maracanã. Suas fotos com a camisa rubro-negra foram divulgadas nas redes sociais e logo rodaram o mundo, em uma oportunidade considerada de ouro para qualquer marqueteiro.



Fornecedora de material da camisa do Flamengo, a Adidas, por exemplo, poderia estar sorrindo com a exposição no peito da campeã do UFC, mas não foi bem assim... Patrocinada pela Reebok, Ronda usou um truque de cabelo e tapou o logo da empresa alemã. Ou seria coincidência?
Antes de ir para a arquibancada, a lutadora posou com o companheiro de UFC José Aldo e sua filha, todos de vermelho e preto, em imagem divulgada pelo Twitter oficial do Consórcio Maracanã. O cabelo de Ronda está todo penteado para a direita e cobre justamente o símbolo da Adidas.
Em outra foto de divulgação, no Instagram, Ronda já está no estádio, com um outro modelo de camisa do Flamengo, desta vez com o patrocínio da Caixa, mas novamente o logo da Adidas não aparece. A lutadora dá risada, mas cobre a marca com o cabelo e também com a mão.
A única imagem em que o fornecedor da material esportivo do Flamengo aparece é na que foi postada no Facebook do Maracanã, com Ronda tirando uma ‘selfie' com torcedores. O cabelo está novamente para o lado direito, mas, com a lutadora inclinada, a marca da Adidas fica exposta.
DIVULGAÇÃO/STAFF IMAGES
Logo da Adidas só apareceu quando Ronda Rousey se inclinou para tirar 'selfie'
Logo da Adidas só apareceu quando Ronda Rousey se inclinou para tirar 'selfie'
Desde dezembro de 2014, Ronda assinou contrato de patrocínio com a Reebok, ao lado de Jon Jones (que acabou o perdendo após ser preso no início deste ano). A empresa tem acordo de exclusividade com o UFC e fornece todos os uniformes de atletas desde julho de 2015.
"Desde o começo, ficou claro para mim que a Reebok investe apaixonadamente em nosso esporte e atletas. A equipe está comprometida em ajudar a fazer nosso esporte crescer, e estou orgulhosa de ser parte disso", disse Ronda, na época em que seu acerto com a empresa foi anunciado.
O curioso é que a Reebok pertence a Adidas desde 2005, em operação que pretendia expandir a marca alemã no mercado norte-americano. Os resultados, contudo, nunca empolgaram e, nos últimos anos, as empresas tem convivido com especulações de uma possível revenda.
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Aliviada, Ronda declara amor ao Brasil e comemora vitória com outro 'estilo'