domingo, 5 de junho de 2011

Planajamento: arma contra o vazio


Ex-jogadores alertam para os riscos que o fim da carreira representa para a mente e apostam: Petkovic foi craque até nesta hora

Carlos Eduardo Mansur

Assim como os passos de sua carreira, Petkovic parece ter planejado meticulosamente o que seria de sua vida pós-futebol. Empresário no Brasil e na sérvia, investidor, presidente da Câmara de Comércio Brasil Sérvia, embaixador do Flamengo. Quando acordar amanhã e não for mais jogador de futebol, ele poderá ter vários sentimentos, mas provavelmente escapará do mais perigoso: o vazio. Ex-jogadores relembram o quanto as primeiras horas do pós-futebol são difíceis, o quanto é dura a experiência de não sentir mais a adrenalina da competição e a ovação das multidões. Ainda mais para quem defendeu clubes de massa como Flamengo e Corinthians, rivais de hoje. Mas estes ex-craques veem no sérvio um exemplo de final bem planejado.

Em entrevista à revista “Placar” deste mês, Casagrande, ex-rubro-negro e corintiano, atribui, em parte, a intensificação de sua dependência das drogas à forma de encarar o fim da carreira. Ele diz que “se ferrou” ao tentar preencher, através do vício, o vazio deixado pelo fim da trajetória como jogador de futebol.


Ocupação no dia seguinte


Uma realidade um pouco distinta viveu Sócrates, ídolo no Corinthians e com passagem pelo Flamengo, já mais perto do fim da carreira. Embora soubesse que a medicina seria seu caminho natural, o “doutor” admite que amanhecer sem ser mais um jogador não é simples. E vê vários fatores como variáveis na reação à nova vida.

— O sujeito, quando acaba a carreira, não está perdendo um emprego. Ele perde o trabalho, a profissão. Não é simples. E o mais complicado é se reenquadrar no mercado de trabalho. Você imagina o cara deixar de ser ídolo no futebol para virar pedreiro? Então, tudo depende muito de sua formação familiar, da possibilidade que o jogador tenha tido de se qualificar para a vida. E a gente sabe que a maioria não teve isso — disse Sócrates.

Assim que decidiu não jogar mais, Sócrates tinha a noção de que, de imediato, não poderia começar a exercer a medicina. Antes de montar sua clínica, fez entre quatro e cinco anos de residência num hospital. Algo como um começar de novo. Ele admite que a experiência de não ter mais a idolatria ao seu redor, apesar de seguidas manifestações de carinho de torcedores saudosos, é traumática. Afinal, por volta dos 30 e poucos anos, em qualquer outra profissão, o homem estaria no auge de sua capacidade produtiva:

— O fundamental é entender que o futebol é um meio virtual. Quando acaba, aquele personagem deixa de existir.

Longevidade no auge


Sócrates, por causa de lesões e da queda natural para um atleta, não era o mesmo quando decidiu parar de jogar. No entanto, há casos de longevidade em alto nível quase o tempo todo. E, neste aspecto, poucos no futebol brasileiro se equivalem a Júnior. Jogou até os 39 anos e, um ano antes da aposentadoria, comandou o Flamengo na conquista de um título brasileiro.

— Eu tive um treino diferenciado no final e achei formas de render em campo. Era uma diversão, um prazer, não queria mais provar nada a ninguém. Até que, num treino, o Marcelinho Carioca partiu três metros atrás de mim e chegou dois na frente. Para quem tinha voltado ao Brasil para jogar um ano, pelo meu filho... Fiquei quatro e ganhando títulos — recorda Júnior que, chamado para a seleção em 1991, poderia ter adiado o final em nome de mais uma Copa do Mundo. — Até que, uma vez, num ônibus, indo para um jogo em Wembley, Parreira e Zagallo disseram que na Copa de 94 nenhum outro país teria um jogador de 40 anos. Achei uma desculpa absurda, uma forma de não me ter no grupo. Poderia ter ido, se não como titular, ao menos ajudando o grupo.

Júnior achou na praia a cura para o seu “vazio”.

— Você precisa se preparar, ter algo para te preencher. As primeiras semanas são complicadas. Eu tive o beach soccer que, se não era profissional, tinha uma dose de compromisso. E vieram trabalhos como treinador e logo os comentários na TV. Isso ajudou — disse Júnior.

Andrade, por sua vez, jogou enquanto o corpo suportou. Ainda que tivesse que terminar uma carreira de cinco títulos brasileiros como jogador, conquistados por Flamengo e Vasco, defendendo clubes como Internacional de Lages, Desportiva, Bacabal e Barreira.

— Foram experiências novas, vi o outro lado do futebol. Não tenho problemas com isso, mas convivia com muito improviso. Você toma esta decisão por um pouco de tudo: o prazer de jogar e até por ainda precisar de alguma coisa na parte financeira — admite ele, que jogou até os 38 anos. — Só que, eu jogava, o joelho inchava. Eu treinava, o joelho inchava. Antes que falassem que eu estava roubando, entendi o sinal do corpo.
Jornal: O GLOBOAutor:  
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Edição: 1Página: 4
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Brasil é um anfitrião refém das exceções


SÉRIE: BRASIL QUE POUCO REVELA

Sem uma política pública para o esporte, país-sede dos Jogos Olímpicos-2016 tem metas ambiciosas para o quadro de medalhas, mas ainda se vê dependente de talentos individuais esporádicos, como Cesar Cielo




Ary Cunha, Carol Knoploch
e Sanny Bertoldo

Previsões de orçamento e organograma de obras à parte, a meta para o quadro de medalhas na Rio-2016 já está traçada e, para os nossos padrões olímpicos, não tem nada de modesta. Pelas projeções do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o Brasil quer ficar entre os dez melhores países na classificação geral dos Jogos Olímpicos dos quais será sede. Fazendo uma comparação prática, significa dizer que teria de ocupar o lugar que foi da Ucrânia em Pequim-2008, com 27 medalhas no total, sendo sete de ouro. Isso é quase o dobro das 15 que a delegação verde-amarela trouxe de volta na bagagem, sendo três de ouro, além do 17º lugar no quadro de medalhas.

Em um país sem uma política pública para o esporte, mas onde os recursos federais jorram de forma crescente — só através da Lei Piva foram R$142 milhões no ano passado —, a fábrica de talentos de primeira linha só produz em larga escala no futebol, a verdadeira paixão nacional, e no vôlei. Fora isso, são raros ídolos de primeira grandeza e muitos talentos que se perdem pelo caminho. É o Brasil que pouco revela, como vai mostrar a série de reportagens aos domingos que O GLOBO inicia hoje.

— A estrutura do Brasil é bem fraca, não tem o básico, o mínimo para desenvolver o esporte — critica Cesar Cielo, único atleta brasileiro a reinar absoluto em sua modalidade desde as últimas Olimpíadas. — É difícil apontar os “medalháveis” para 2016. Tem o vôlei, a natação, e destacaria também o judô.

Cultura coletiva

Para o superintendente executivo do COB, Marcus Vinícius Freire, não basta apenas julgar o sucesso de um ciclo olímpico pelo número de medalhas conquistados. Segundo ele, é preciso levar em conta a evolução do Brasil em número de finais disputadas, além do fato de, tradicionalmente, a prática esportiva no país ser muito mais voltada para modalidades coletivas.

— O Brasil tem uma cultura de esporte coletivo que não podemos negar. Gastamos dinheiro, trabalhamos e investimos em vôlei, basquete, futebol, handebol, masculino e feminino — analisa ele. — Então, vale lembrar que, dos 277 caras que foram a Pequim nesses esportes, mais de um terço da delegação participou de uma final olímpica (41 finais, com 106 atletas brasileiros envolvidos). Precisamos continuar ganhando nas modalidades em que temos história, como vôlei, vôlei de praia, iatismo, judô, futebol, natação e atletismo. E temos que achar outras seis modalidades que possam ganhar medalha para ficarmos entre os dez.

Bronze em Atlanta-1996, a ex-atacante de vôlei Ana Moser acredita que o quadro de medalhas reflete os erros na formação de talentos, mas ressalta que o legado esportivo de 2016 precisa ser bem mais amplo do que um lugar entre potências olímpicas.

— Eu terei vergonha se chegarmos em 2016 com um Brasil onde apenas 20% das crianças praticam atividade física, que é a estatística atual — dispara. — A gente não tem um sistema de desenvolvimento de atletas. Quem surge é algo eventual. O vôlei só é exemplo lá em cima. É uma elite desenvolvida. Infelizmente, nossa cultura esportiva tem de mudar. Não está presente nas escolas, nas famílias e na cabeça dos governantes.

Crítico ferrenho da distribuição desigual de recursos entre as modalidades, o presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, é outro a defender uma mudança radical em todos os níveis.

— Falta uma política pública para o esporte. Não se definiu no Brasil se o esporte vai ser praticado em clubes ou na escola. Essa é a primeira coisa a ser feita, de cara. Nos Estados Unidos, tudo vai da escola para a universidade. Na França, os atletas surgem nos clubes. Por aqui, até há pouco tempo, seis modalidades detinham 80% do dinheiro público, entre patrocínios estatais e Lei Piva — afirma. — Talentos surgem o tempo todo, mas a maioria acaba não sendo aproveitada. No Brasil, o atleta de ponta acaba sendo um acaso. Não é regra, é exceção.

Tão surpreendente como o surgimento de um Gustavo Kuerten num país de poucos investimentos na formação de tenistas, é a ascensão da campeã mundial indoor do salto com vara, Fabiana Murer. Nos dois casos, boa parte dos méritos deve ser atribuída à persistência de seus técnicos: Larri Passos, no caso de Guga, e Elson Miranda. O treinador e marido da saltadora revela um dado que deveria incentivar a prática esportiva maciça: nem todo talento é nato.

— A Fabiana Murer não era uma exceção quando começou a saltar — admite Miranda, que cansou de tirar dinheiro do próprio bolso para manter o trabalho com a atleta. — Ela foi treinada e desenvolvida, mas demorou dez anos para começar a ter nível internacional. Assim como ela surgiu e pode ser medalha nas Olimpíadas de 2012, outros poderiam surgir.

O exemplo Guga está aí para provar que nem sempre o surgimento de ídolos no Brasil consegue impulsionar de vez uma modalidade.

— Vivemos de ídolos esporádicos. Temos uma gestão efeito cascata, que vem de cima para baixo, onde cada um faz o que acha certo e vai levando. Sofremos com apoios apenas em anos importantes e não conseguimos vislumbrar algo a longo prazo. Em esportes sem história, sem atletas vencedores, com os quais eu trabalho hoje, é bem mais difícil. Um espelho gera mobilização maior. Mas é fato que o esporte vive de ídolos esporádicos e que, às vezes, não consegue explorá-los — admite a ex-jogadora de basquete Magic Paula, prata em Atlanta-1996, e que hoje comanda um programa de patrocínio estatal a cinco confederações que jamais tiveram um grande incentivo (boxe, levantamento de peso, taekwondo, esgrima e remo).

Timidez na iniciativa privada

A distribuição de recursos do Ministério do Esporte é alvo de críticas até mesmo de outros órgãos públicos, como o Tribunal de Contas da União (TCU). Numa auditoria divulgada em fevereiro, o tribunal alertou para a diminuição dos investimentos nos principais projetos voltados ao esporte de alto rendimento. E também condenou o fato de boa parte dos recursos do Bolsa Atleta (33%) serem voltados para modalidades não olímpicas e desconhecidas, como kung fu, kickboxing, bocha, luta de braço e até punhobol. Mas há quem lembre que, pior do que os critérios questionáveis de divisão da verba federal, é o apoio excessivamente tímido da iniciativa privada.

— A Lei de Incentivo Fiscal é um belo projeto de intenção. Mas é mal aplicado, porque as empresas não promovem estes projetos. Não sabem e o governo não ensina a usar. O medo e o desconforto com a burocracia de trabalhar com algo do governo impedem muita empresa de entrar no negócio — diz o ex-nadador Gustavo Borges, dono de quatro medalhas olímpicas.

Quem conhece de perto o trabalho de uma grande potência olímpica sabe que ainda há muito a ser feito. E, o mais grave: que já pode ser tarde para acreditar num divisor de águas em 2016. Medalhista de ouro nos 800m em Los Angeles-1984 e prata em Seul-1988, Joaquim Cruz atualmente treina a equipe paraolímpica de atletismo dos Estados Unidos. Ele vê o Brasil caminhando a passos lentos.

— Está tarde para 2016, sim. Podemos dar vexame, mas também alegrias. O ideal é trabalhar com dez anos de antecedência, mas não podemos desistir. Que tudo isso seja o início. Não temos esporte nas escolas, não temos políticas esportivas e não temos cultura de campeonatos fortes anuais... Fica difícil.
Jornal: O GLOBOAutor:  
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Edição: 2Página: 7
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Caderno: Caderno de Esportes

terça-feira, 31 de maio de 2011

Patrocinadores se dizem preocupados com escândalos na Fifa




Empresas patrocinadoras dos eventos da Fifa expressaram nesta terça-feira preocupação com os danos de imagem provocados pelas acusações de corrupção na organização que controla o futebol mundial.
A Coca-Cola e a Adidas, dois dos principais patrocinadores da Fifa, manifestaram publicamente o descontentamento com o escândalo em curso na entidade. Outros patrocinadores, como Visa e Emirates, têm procurado se manter à distância da polêmica.
O presidente da Fifa, Sepp Blatter, negou na segunda-feira que a Fifa esteja em crise e disse que o esporte atravessa apenas “certas dificuldades”.
“A Adidas será um patrocinador da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Dito isso, a tendência negativa do debate público sobre a Fifa neste momento não é boa nem para o futebol nem para a Fifa e seus parceiros”, afirmou a empresa em um comunicado.
A Coca-Cola, por sua vez, afirmou por meio de seu porta-voz que “as acusações sendo levantadas atualmente são preocupantes e ruins para o esporte”.
“Esperamos que a Fifa resolva essa situação de uma maneira rápida e completa”, afirmou o porta-voz.
Reeleição
Blatter deve ser reeleito na quarta-feira à presidência da entidade após seu único rival na disputa, o presidente da confederação asiática de futebol, Mohamed Bin Hammam, ter se retirado da disputa antes de ser suspenso pela comissão de ética da Fifa.
Na semana passada, Bin Hammam foi acusado pelo secretário-geral da Concacaf (confederação de futebol da América do Norte e do Caribe), Chuck Blazer, de ter convocado uma reunião em conjunto com o presidente da Concacaf e vice-presidente da Fifa, Jack Warner, na qual teriam oferecido dinheiro a dirigentes caribenhos em troca do apoio na eleição.
Warner e dois dirigentes caribenhos também foram suspensos pela Fifa enquanto as alegações contra os quatro são investigadas.
Após ser acusado, Bin Hammam negou ter recebido dinheiro, mas afirmou que Blatter havia sido informado sobre a reunião com os dirigentes caribenhos e não se opôs, o que levou o presidente da Fifa a ser convocado também a depor diante da comissão de ética da entidade. Ao contrário de Bin Hammam, porém, ele não foi suspenso.
Warner, por sua vez, revelou um e-mail enviado a ele pelo secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, sugerindo que Bin Hammam havia “comprado” a Copa do Mundo de 2022 para o Catar.
Valcke alegou que apenas comentou sobre a força econômica do lobby pela candidatura do Catar, mas as acusações levantaram dúvidas sobre a lisura do processo de escolha das sedes das Copas.
O Catar derrotou as candidaturas de Austrália, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Bin Hammam foi considerado uma das figuras-chave na escolha do país como sede da Copa de 2022.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

GSN - Marcas Esportivas no Futebol Mundial - Clubes e seleções 2011



A GSN Sports finalizou extensa pesquisa sobre a participação das marcas esportivas no futebol mundial. Foram analisados 1665 clubes de futebol, espalhados por todos os continentes, além de 209 seleções.

A abrangência da pesquisa alcançou clubes em 122 países, e mostra que o universo de marcas esportivas não se resume apenas as tradicionais adidas, Nike, Puma, Umbro e Lotto. Ao longo dos 7 continentes, a pesquisa apontou a existência de 117 fornecedores de material esportivo, com características peculiares a cada região do planeta.

Enquanto a Europa é o maior mercado, contemplando 674 clubes, a América do Norte com apenas 47 clubes, se mostra o menor. África, Ásia e América do Sul são os outros continentes com participação significativa, com 328, 321 e 121 clubes, respectivamente. Já a Oceania e a América Central com 68 e 66 clubes, fecham o estudo.

Outro ponto que o estudo da GSN Sports aborda é a grande quantidade de clubes que não tem contrato firmado com qualquer fornecedor. Dos 1.665 analisados, 467 não possuem contrato de fornecimento, ou 27,7% do total. A adidas é a marca com a mais significativa presença, vestindo 205 clubes, ou 12,3%, seguida pela Nike, com 159 e participação de 9,5%; Puma, com 125 e 7,5%; Umbro, com 109 e 6,5% e Lotto, com 58 e 3,5%.

O estudo lista ainda a participação de todas as 117 marcas nos clubes e seleções e pode ser acessado pelo site da GSN Sports.  http://www.gsnsports.com.br/downloads/GSN-Marcas_Esportivas_no_Futebol.pdf

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Strong is beautful - Sugar and Spice

The first in a series of advertisements for "Strong is Beautiful" - WTA's new global ad campaign - this :30 second commercial focuses on all of the characteristics necessary to become a successful professional tennis player. World No.1 Caroline Wozniacki described the video this way: "It takes so many elements to reach the top of such a competitive sport as tennis - strength of character, discipline, and will power. All of these things define who we are as people and as athletes. For me the new campaign is able to capture the inner strength of players in a beautiful way." Shot by famed Los Angeles photographer and filmmaker Dewey Nicks, the stunning imagery portrays the players in a unique way with an ultimate focus on their inner strength. Featured players: Sam Stosur, Ana Ivanovic, Li Na, Caroline Wozniacki, Vera Zvonareva, Serena Williams, Victoria Azarenka & Kim Clijsters.







terça-feira, 3 de maio de 2011

Viral da Kaiser com Mano Menezes

Mano Menezes comanda time de várzea em SP

Já imaginou o técnico da seleção brasileira comandando um time de várzea? Pois foi justamente essa a ideia da agência de publicidade Fischer+Fala ao assinar a nova campanha da Kaiser, que fará benfeitorias e reformará 42 campos de várzea em vários Estados no Brasil. O garoto propaganda da marca chega sorrateiramente, comanda a equipe e ainda coloca o ex-jogador Serginho Chulapa em campo. Vale a pena conferir.