terça-feira, 12 de maio de 2015

Bayer Leverkusen com uma cara de Flamengo


MARCELO ALVES12.05.2015 09h37

Depois da seleção alemã, o Bayer Leverkusen também resolveu dar, digamos, um toque de Flamengo ao seu uniforme. O clube apresentou nesta terça-feira a sua nova camisa para a temporada 2015-16 com uma grande mudança em relação à atual. Saiu o vermelho apenas com as listras da marca do seu material esportivo em preto nos ombros e entrou uma camisa toda listrada em vermelho e preto.

O novo uniforme do Bayer Leverkusen vai estrear na partida do próximo sábado, quando o time enfrentará o Hoffenheim pela penúltima rodada do Campeonato Alemão. Este será o último jogo da equipe em casa na temporada. 
Alguns clubes alemães têm o hábito de estrear os novos uniformes do ano seguinte no fim da temporada anterior. É o caso do Bayern de Munique, que já está jogando com a sua nova camisa na reta final da temporada e na semifinal da Liga dos Campeões da Europa contra o Barcelona.
Na Copa do Mundo, a seleção alemã usou o uniforme em listras horizontais nas cores vermelho e preto nas partidas contra os Estados Unidos, na primeira fase (vitória por 1 a 0), e no histórico 7 a 1 diante do Brasil, na semifinal.

Antes do Mundial, a Federação alemã dissera que a inspiração para a sua camisa era justamente o time rubro-negro. 

"Com as listras rubro-negras horizontais, é uma clara referência ao popular clube Flamengo, do Rio de Janeiro, para trazer sorte na Copa do Mundo de 2014. No espírito do Brasil, com estilo. Sua camisa para o Rio!", publicou, na época, a federação em sua conta no Facebook.
Pelo visto deu sorte mesmo, já que a Alemanha conquistou no Maracanã o seu quarto título mundial ao derrotar a Argentina por 1 a 0.

Será que o Bayer Leverkusen terá a mesma sorte e vai se dar bem na próxima temporada? Na atual, o clube não conquistou nenhum título, mas com o quarto lugar garantido, a equipe poderá disputar a fase preliminar da Liga dos Campeões da Europa na próxima temporada.
Na atual temporada, o time foi eliminado do torneio nas oitavas de final pelo Atlético de Madrid.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Novo acordo de TV deve ampliar abismo entre clubes

Consultor avalia como temerário contrato que terá vigência a partir de 2016
Por Duda Lopes - São Paulo (SP) em 11 de Maio de 2015 às 10:06
O Campeonato Brasileiro que começou no último fim de semana tem uma particularidade nos bastidores: esse será o último torneio nos atuais moldes de contrato com a Globo. Após a implosão dos Clubes dos 13, os clubes fecharam acordos individuais válidos até o fim desta temporada. Agora é o momento de avaliar se esse é o melhor modelo.
Leia mais:
Levantamento feito pelo consultor Amir Somoggi revela a discrepância atual entre os clubes. Considerando as equipes com maior orçamento na divisão principal, Corinthians e Flamengo recebem mais de três vezes do que o último colocado, o Goiás, que levou R$ 33 milhões em 2014.
E, pelo novo acordo com a Globo, a diferença subirá. As cotas acordadas para o período entre 2016 e 2018 faz a distância passar a ser de cinco vezes. Corinthians e Flamengo, com R$ 170 milhões, ganhariam R$ 60 milhões a mais do que o São Paulo, terceiro na lista.
“Será um absurdo se isso acontecer. A grande atratividade do Brasileirão é o equilíbrio. Com o novo contrato, isso será difícil. Seria um tiro no pé”, comentou Somoggi.

Hoje, os clubes que recebem menos ainda conseguem equilibrar a conta. O bicampeonato do Cruzeiro é um prova de que a tal “espanholização” do futebol brasileiro não é uma realidade. No país ibérico, Real Madrid e Barcelona chegam a receber dez vezes mais do que o clube que menos recebe pelo direito de TV.
Ainda que o Cruzeiro tenha ganhado um pouco mais do que a metade recebida pelo Flamengo, ele atinge maior êxito em outras contas. Nenhum clube brasileiro ganhou tanto com a soma de sócios-torcedores e bilheteria do que os mineiros: foram arrecadados R$ 85,8 milhões em 2014.
Atualmente, os clubes negociam por mais dinheiro da TV para reduzir o abismo. Na Espanha, o governo intercedeu para que haja uma divisão mais igualitária e obrigou a venda coletiva. Algo parecido ocorreu na Itália, há alguns anos, com um boicote dos menores contra a situação.


Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/novo-acordo-de-tv-deve-ampliar-abismo-entre-clubes_28294.html#ixzz3ZyBISpwj

CBF veta nome da Allianz em estádio, mas depois volta atrás

A decisão foi tomada para evitar que o nome da empresa aparecesse na transmissão da televisão. Durante a própria partida, porém, as coberturas foram arrancadas. Em nota divulgada em seu site no domingo, a entidade se justificou:
“A Confederação Brasileira de Futebol esclarece que o episódio ocorrido no sábado, na partida entre Palmeiras e Atlético Mineiro, em que o nome Allianz Parque chegou a ser coberto, ocorreu em virtude do excesso de zelo da empresa terceirizada encarregada dos procedimentos operacionais nos estádios. Vale ressaltar que o problema foi detectado e devidamente corrigido pela diretoria de marketing da CBF e não se repetirá nos jogos do Campeonato Brasileiro”, disse a entidade.
Curiosamente, o site da CBF chama o Allianz Parque de “Arena do Palmeiras” no título da notícia. A explicação da entidade ocorreu em virtude da repercussão do fato nas mídias sociais e especializada.
Ainda durante a partida, torcedores palmeirenses chegaram a intensificar nas redes sociais movimento de boicote à Globo, creditando à emissora a obrigação de cobrir o nome da Allianz. A Globo já não chama o estádio palmeirense pelo nome, o que faz com que o torcedor adote a sigla RGT nas redes sociais para se referir à emissora de televisão.
Ainda no sábado, o Palmeiras chegou a dizer que não tinha controle sobre o ocorrido, já que o veto partiria de CBF e Globo, que consideravam o nome da empresa de seguros uma propaganda ilegal durante a transmissão.
A Globo não se manifestou sobre o caso, tendo a CBF assumido a responsabilidade pelo veto.


Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/cbf-veta-nome-da-allianz-em-estadio-mas-depois-volta-atras_28292.html#ixzz3Zy99sxMV

domingo, 10 de maio de 2015

Quanto a TV pagava, quanto paga e quanto pagará pelo Brasileirão da Série A

Paulo Vinicius Coelho
A coluna Pobre Futebol Rico, publicada no último domingo, na Folha de S. Paulo, explicitava o aumento próximo a 60% do dinheiro pago pelo contrato da Rede Globo com os clubes da Série A a partir de 1 de janeiro de 2016. Mas ficou devendo a lista completa de quanto cada um ganha e quanto ganhará. Até quatro anos atrás, a tabela oferecia R$ 25 milhões para Corinthians, Flamengo, Vasco, São Paulo e Palmeiras, R$ 18 milhões para o Santos, R$ 16 milhões para Fluminense, Botafogo, Atlético MIneiro, Cruzeiro, Grêmio e Internacional. Veja abaixo quanto cada um recebe hoje e quanto receberá a partir de 2016. A tabela não inclui o pay-per-view. Quanto mais torcedores inscritos no canal Premiere um clube tem, maior a porcentagem do que recebe à parte pelo sistema pague-para-ver.
 1. Flamengo e Corinthians - De R$ 110 milhões/ano para R$ 170 milhões/ano
2. São Paulo - De R$ 80 milhões/ano para R$ 110 milhões/ano
3. Vasco e Palmeiras - De R$ 70 milhões/ano para R$ 100 milhões/ano
4. Santos - De R$ 60 milhões/ano para R$ 80 milhões/ano
5. Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Fluminense e Botafogo - De R$ 45 milhões/ano para R$ 60 milhões/ano.
6. Outros integrantes da Série A - De R$ 27 milhões para R$ 35 milhões/ano

CBF culpa terceirizada por confusão no Allianz, autoriza nome no estádio e vai criar regulamento

GAZETA PRESS
Faixa cobriu a palavra
Faixa cobriu a palavra Allianz, nome da empresa que dá nome ao estádio do Palmeiras 
A CBF diz que a confusão no Allianz Parque, neste sábado, no primeiro jogo do Campeonato Brasileiro, foi de responsabilidade de uma terceirizada por ela contratada para cuidar da operação dos jogos. De acordo com a diretoria, a dona dos naming rightsdo estádio do Palmeiras está autorizada a manter o nome nos mesmos lugares, como está atualmente.
A entidade se manifestou ainda neste domingo sobre o assunto para explicar o ocorrido (veja no fim do texto). O imbróglio acabou ofuscando a cerimônia de abertura preparada para o duelo.
Antes do início do jogo, faixas brancas foram colocadas em cima do nome da patrocinadora do alviverde, em alguns lugares da arena. Momentos depois, no entanto, elas foram retiradas, deixando a marca visível novamente. Uma funcionária tentava explicar aos torcedores que era uma reivindicação da Globo e que o time poderia até perder pontos caso a deliberação não fosse cumprida.
A diretoria da entidade máxima do futebol brasileiro ainda não identificou quem foi que fez a recomendação para tampar o "Allianz".
A CBF vai criar um regulamento geral de Marketing para divulgar as regras e fazer com que elas sejam implementadas. A iniciativa, no entanto, não tem a ver com o ocorrido nesta primeira rodada.
Há duas semanas, houve uma reunião de organização do Brasileiro, com dirigentes de vários times, na qual a confederação falou sobre o tema e anunciou a elaboração do documento.
Além de resolver problemas como esse do estádio do Palmeiras, neste domingo, a ideia da diretoria é de explicar aos clubes o que eles podem ou não comercializar. Um exemplo, usado no dia do encontro, foi em relação ao uniforme do gandula. Quem, afinal, pode vender a propriedade, se quiser? Essas e outras questões serão colocadas no regulamento.

Leia o comunicado da CBF:

A Confederação Brasileira de Futebol esclarece que o episódio ocorrido no sábado, na partida entre Palmeiras e Atlético Mineiro, em que o nome Allianz Parque chegou a ser coberto, ocorreu em virtude do excesso de zelo da empresa terceirizada encarregada dos procedimentos operacionais nos estádios.

Vale ressaltar que o problema foi detectado e devidamente corrigido pela diretoria de Marketing da CBF e não se repetirá nos jogos do Campeonato Brasileiro.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Fifa fatura R$ 16 bilhões com a Copa no Brasil

http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-fatura-r-16-bilhoes-com-a-disputa-da-copa-do-mundo-no-brasil,1653669http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-fatura-r-16-bilhoes-com-a-disputa-da-copa-do-mundo-no-brasil,1653669http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-fatura-r-16-bilhoes-com-a-disputa-da-copa-do-mundo-no-brasil,1653669http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-fatura-r-16-bilhoes-com-a-disputa-da-copa-do-mundo-no-brasil,1653669O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-fatura-r-16-bilhoes-com-a-disputa-da-copa-do-mundo-no-brasil,1653669O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:


JAMIL CHADE
O ESTADO DE S. PAULO

Entidade lucra enquanto País fica com ônus de estádios deficitários

Na Fifa, lucros recordes. No Brasil, estádios deficitários, fechados e até afetados pela Operação Lava Jato.

A Copa do Mundo de 2014 garantiu para a Fifa o maior resultado financeiro de sua história e milhões acima até mesmo do que a entidade previa. O Estado obteve com exclusividade o balanço comercial mantido em sigilo pela entidade que será revelado amanhã e aponta que o Mundial rendeu à Fifa perto de US$ 5 bilhões (R$ 16 bilhões). 

Diante do recorde, jamais a entidade acumulou uma fortuna como a que hoje dispõe. Entre 2010 e 2014, enquanto o mundo pena para sair de sua pior crise financeira em 70 anos, a Fifa segue um caminho radicalmente diferente graças aos contratos no Brasil. 

Apenas no ano de 2014, a renda foi de quase US$ 2 bilhões, um recorde absoluto com contratos comerciais, vendas de ingressos e direitos de televisão. Nenhum outro evento jamais se comparou aos ingressos gerados pelo Brasil, e sem a cobrança de impostos. Para a Copa de 2010, na África do Sul, a renda chegou a US$ 4,1 bilhões. 

No ano de renda máxima na história da entidade, em 2006, os ingressos chegaram a US$ 249 milhões. Agora, os valores apontam para um salto de dez vezes. A entidade argumenta que deixou parte dessa renda ao Brasil, com um pacote de US$ 100 milhões para o desenvolvimento do futebol no País. 

O que a Fifa não diz é que o volume é equivalente ao que paga, por ano, em salários a seus próprios cartolas.

BURACO

Se a Fifa nada em dinheiro hoje, a situação dos estádios brasileiros nem sempre acompanha esses benefícios. Pelo menos seis dos 12 estádios da Copa estão com sérias dificuldades para se financiar.

Na Fonte Nova, em Salvador, o problema é o impacto dos escândalos de corrupção no Brasil e a Operação Lava Jato. A OAS, empresa que administra o estádio, teve suas ações bloqueadas pela Justiça e pode ser obrigada a se desfazer do investimento na arena. 

Em Manaus, os times amazonenses têm evitado usar o estádio diante dos custos para os jogos do estadual. A Arena Amazônia, que custou R$ 670 milhões, precisa de R$ 700 mil por mês em manutenção. Mas, entre o final da Copa e fevereiro deste ano, o estádio recebeu apenas sete partidas e o prejuízo supera a marca de R$ 2 milhões. Em média, o campeonato amazonense de futebol de 2015 tem recebido um público pagante de 659 pessoas por jogo. 

Em Brasília, a falta de jogos no estádio Mané Garrincha levou o governo do DF a levar parte de sua burocracia para ocupar o local. Hoje, seu buraco é de mais de R$ 5 milhões. Em Natal, o ABC rompeu nesta semana um acordo com o consórcio que administra a Arenas das Dunas. Um contrato previa que os clássicos do estado fossem realizados no estádio. Mas, no início do mês, a partida entre ABC e América foi disputado no Frasqueirão. O América manteve seus jogos na Arena. Mas, em sete partidas, acumulou uma média de meros 3,5 mil pagantes por jogo – 10% da capacidade do estádio. 

O Maracanã ainda luta para operar com lucros. Para que uma partida represente um benefício para os administradores, o estádio precisa contar com pelo menos 30 mil torcedores.

No atual campeonato estadual, a média de público não passa de 3,6 mil por jogo. No caso do Flamengo, a média é de 16 mil. 

Em janeiro, a Arena Pantanal foi obrigada a fechar suas portas para uma reforma “urgente”. Isso tudo apenas sete meses depois da Copa. 

NÚMEROS

US$ 5 bilhões a Fifa faturou com a Copa do Mundo no Brasil, um recorde histórico
US$ 4,1 bilhões rendeu a Copa de 2010 na África do Sul aos cofres da entidade
US$ 249 milhões ingressaram na Fifa com a organização da Copa de 2006 na Alemanha

http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,fifa-fatura-r-16-bilhoes-com-a-disputa-da-copa-do-mundo-no-brasil,1653669

quarta-feira, 18 de março de 2015

Allianz palmeirense gera ciúmes em coirmã alemã





Camila Mattoso e Marcus Alves, do ESPN.com.br


GABRIELA BATISTA/DIVULGAÇÃO/WTORRE
Allianz Parque Palmeiras Sport Campeonato Brasileiro 19/11/2014
Allianz Parque no dia de sua inauguração
O sucesso do Allianz Parque tem gerado ciúmes na coirmã Allianz Arena, da Alemanha. Com números altos de público e renda, além dos eventos importantes ali marcados, o estádio brasileiro tem roubado a cena e vem chamando mais a atenção da seguradora, dona dos direitos de nome de ambos os lugares. O show do Paul McCartney foi o mais impactante até agora.
Até o meio do ano passado, as relações entre os envolvidos com as operações palmeirenses eram ótimas com os alemães. Depois, a partir dos últimos meses de 2014, a situação já era diferente, com muito menos contato e poucas conversas.
Segundo informações obtidas quando o ex-Beatle fechou o contrato para passar com sua turnê em São Paulo, os executivos do país campeão da Copa do Mundo chegaram a não acreditar.
Em pouco tempo, a arena palmeirense virou o centro, quase um xodó, enquanto antes só se falava da casa do Bayern de Munique.
Os números de público e renda também foram impactantes. A receita do primeiro jogo, contra o Sport, de R$ 4,9 milhões, uma das dez maiores da história do futebol brasileiro, e a maior no futebol paulista, também foi destacada algumas vezes.
Em outubro do ano passado, em Nice, em uma convenção com todos os estádios da Allianz (do Brasil, da Austrália, da Inglaterra, da Alemanha e da França), uma outra situação causou claro desconforto.
O assunto era a necessidade da colocação de internet aberta ao público em todas as praças da seguradora. Os representantes do palco palmeirense pediram a palavra: "o nosso já está funcionando" - ainda que, é bom lembrar, nem sempre funcione, dependendo do número de pessoas lá dentro.
No início deste ano, com quase 34 mil votos, o palmeirense foi eleito o estádio do ano, em uma votação aberta realizada pela Stadium DB, site especializado no assunto, superando as arenas que estiveram na Copa do Mundo em 20114.
O vice-campeão foi o San Mamés, que fica na Espanha, com mais de 27 mil votos. A Arena Corinthians, a Arena da Baixada e a Arena das Dunas também concorreram.
Na votação organizada entre os especialistas do site, o vencedor foi Hazza Bin Zayed Stadium, que fica nos Emirados Árabes Unidos. O vice-campeão dessa parte é brasileiro: a Arena da Amazônia.
Depois de Paul, nenhum outro show aconteceu até agora na casa palestrina. Há sete datas reservadas para o segundo semestre de 2015. Em abril, Roberto Carlos vai fazer com sua turnê por lá, a primeira passagem de um cantor nacional.