sábado, 8 de julho de 2023

Gestão do esporte e negócio do futebol

O preço como estratégia de marketing para o torcedor

Artigo de Luis Damo



https://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/35321/1/Damo%2C%20Sesinando%20%26%20Teixeira%202023%20Gest%C3%A3o%20do%20Esporte%20e%20Neg%C3%B3cio%20do%20Futebol.pdf

terça-feira, 19 de julho de 2022

Pesquisa inédita O GLOBO/Ipec aponta as 26 maiores torcidas do Brasil

 



Foram entrevistadas pessoalmente 2 mil pessoas em 126 municípios

Por Bernardo Mello — Rio de Janeiro

19/07/2022 02h00  Atualizado há um ano

Flamengo, Corinthians, São Paulo e Palmeiras estão consolidados como os quatro times de maior torcida do Brasil — Foto: Divulgação

Pesquisa O GLOBO/Ipec, divulgada a partir de hoje, aponta o Flamengo na liderança das maiores torcidas do Brasil, seguido por Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Vasco entre os cinco mais citados. O rubro-negro teve 21,8% das menções dos entrevistados. O Corinthians, único outro clube a pontuar com dois dígitos, marcou 15,5%. Nos próximos dias, O GLOBO detalhará em uma série de reportagens o perfil das torcidas e as distribuições etária, regional, por gênero, cor da pele, religião, entre outros temas.

O Ipec é um instituto formado por executivos que fizeram parte do Ibope. O levantamento, encomendado pelo GLOBO, contou com 2 mil entrevistas presenciais em 128 municípios de todo o país, entre os dias 1º e 5 de julho. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro total é de 2 pontos para mais ou para menos, mas para este estudo foi calculada especificamente a margem de erro do percentual obtido por cada clube (entenda mais na matéria abaixo).

A pesquisa colheu respostas em formato espontâneo —isto é, sem que fosse apresentada uma lista de opções —à pergunta sobre qual time brasileiro cada entrevistado “torce mais ou tem simpatia maior”, com possibilidade de citar uma segunda opção. A soma dos percentuais pode ultrapassar os 100% porque os entrevistados poderiam citar mais de um time.

Depois de São Paulo (8,2%) e Palmeiras (7,4%), o Vasco alcançou 4,2% das menções dos entrevistados. O Grêmio, que teve 3,2% das menções, e o Cruzeiro, com 3,1%, têm torcidas mais concentradas em suas próprias regiões, diferentemente do cruz-maltino, conforme apontam os recortes geográficos da pesquisa que serão divulgados nos próximos dias.

Internacional e Santos, ambos com 2,2 % das menções dos entrevistados, Atlético-MG, Bahia, Botafogo, Fortaleza, Sport e Fluminense completam o grupo de 15 times que atingiram mais de 1% de citações. Paysandu, Ceará e Vitória-BA aparecem em seguida, à frente da seleção brasileira, mencionada em 0,7% do total de respostas como o time da preferência dos entrevistados.

Clubes que vivem ascensões recentes, Athletico e América-MG aparecem fora do top-20 da pesquisa O GLOBO/Ipec, abaixo do Santa Cruz, que completa, ainda que empatado na margem de erro, a lista dos mais citados. Um ponto comum entre paranaenses e mineiros, segundo dados da pesquisa, é a maior presença de seus torcedores na faixa etária mais jovem.

Times que não frequentam a Série A há alguns anos — Remo (0,4%) e Botafogo-SP (0,3%) — e outros que jogam na elite atualmente — Goiás e Coritiba (0,3% cada) — completam a lista dos 26 times mais citados, 11 deles com menos de 1%.

Outras equipes foram citadas ao menos uma vez, mas totalizaram menos de 0,2%. Como alguns times podem aparecer mais em função dos municípios da amostra dos entrevistados, eles não são divulgados. Todos esses clubes somam 2,3% das respostas dadas pelos entrevistados. Ao todo, 24,4% disseram não torcer por nenhum time e 2,5% não souberam ou não opinaram.

Mesmo com empates na margem de erro, tendências aparecem

Competições em pontos corridos ou mata-mata têm seus regulamentos e vale o que está escrito. Em pesquisas de opinião sobre torcidas de futebol, as regras também existem. Não são tão simples como soma de pontos, vitórias ou saldo de gols, mas exigem atenção aos detalhes, e os dois mais importantes envolvem a margem de erro e a impossibilidade de se comparar os mais novos resultados do Ipec com levantamentos semelhantes do passado.

A pesquisa O GLOBO/Ipec calculou margens de erro individualizadas por cada clube, levando em consideração o resultado de cada um deles. Time de maior torcida do Brasil, o Flamengo, por exemplo, marcou 21,8%, mas, considerando esse critério estatístico, pode ter entre 20% e 23,6%.

Existe um grande equilíbrio estatístico a partir do Vasco, quinto colocado no ranking geral, mas, mesmo assim, os dados ajudam a revelar tendências numéricas da torcida de cada clube, mesmo que, na ponta do lápis, considerando os limites das margens de erro, os clubes possam estar empatados.

Décimo quinto no ranking geral, o Fluminense, com 1,1%, pode estar entre 0,6% e 1,5%, considerando a margem de erro amostral. Ou seja, existe um empate técnico, no limite para cima, até com o Atlético-MG, que aparece com 2,1% no total de menções, mas pode ter de 1,5% a 2,7%. O infográfico acima mostra os limites inferior e superior de cada clube.

Esclarecidos os detalhes técnicos, especialistas alertam por que não é correto comparar esta pesquisa com outros levantamentos que vêm tentando medir o tamanho das torcidas no Brasil há décadas. Há diversos métodos para aferir opinião pública, seja por painéis digitais na internet, perguntas por telefone e face a face nas ruas ou em domicílios.

Esta pesquisa do Ipec foi feita presencialmente em domicílios de 128 cidades, onde foram realizadas 2.000 entrevistas com população de 16 anos ou mais, uma amostra que busca refletir essa população como um todo. No entanto, como torcedores com menos de 16 anos não fazem parte do levantamento, os resultados podem ser diferentes de outras pesquisas, que já fizeram amostragem, por exemplo, conversando com crianças a partir de dez anos de idade.

Pesquisas do passado já fizeram amostragens considerando apenas regiões metropolitanas, o que também altera os resultados. Nesta do Ipec, são usados métodos probabilísticos para refletir a população em estudo, mas há também outras formas de se fazer pesquisas sobre clubes como, por exemplo, com uma amostra específica por estado do país.

https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/noticia/2022/07/pesquisa-inedita-o-globoipec-aponta-as-26-maiores-torcidas-do-brasil-veja-lista.ghtml


 

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Palestra com Valentinna Busca




Dia 23-06, às 11 horas. Aula Aberta. Palestrante: Valentinna Busca (Head de projetos na LiveMode - Prospecção e atendimento na Final Level - Gestão de projetos na Turner/Esporte Interativo). Mediador: professor Luiz Leo (Departamento de Comunicação). Disciplina: Marketing Esportivo. Organização: Departamento de Comunicação. Presencial na Sala 102-K.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

DAZN desidrata operação no Brasil e deixará de transmitir campeonatos

 






Com tv aberta e celular, Bundesliga foca no torcedor do futuro




18 SET, 2020

EDUARDO ESTEVES

Diretor Executivo do MKTEsportivo



A mim não causou estranheza o anúncio feito pela Bundesliga de que seus jogos seriam transmitidos ao vivo pelo aplicativo da OneFootball (parceira de conteúdo do MKTEsportivo) no Brasil. Nesta sexta-feira, a liga alemã anunciou um acordo similar com a plataforma indiana FanCode.

Voltemos no tempo, mais precisamente em março do ano passado. Nós destacamos um estudo feito pela Otto Beisheim School of Management (WHU) que foi encomendado pela própria Bundesliga sobre os hábitos de consumo da Geração Z (nascidos a partir de 1997). Há um ano, os alemães já tinham mapeado que o consumo dos seus conteúdos é feito, principalmente, pelo celular.

O estudo mostrou também que, apesar do amplo uso da segunda tela em jogos de futebol, 80% dos jovens da Z ainda preferem assistir a uma partida da liga pela televisão, à exemplo dos mais velhos. E para isso teremos o recente acordo com a Band na Tv aberta. Portanto, movimentos embasados em dados.

Há alguns anos a Bundesliga decidiu se diferenciar dos outros a partir de um amplo uso da tecnologia. Os jogos são filmados por câmeras de telefones celulares, já antecipando o consumo via mobile. Alguns estádios usam o 5G para oferecer uma experiência imersiva ao torcedor no celular.

“A geração Z sabe que o conteúdo digital tem seu valor. Esse contra-movimento para a mentalidade freemium é uma mensagem importante para todas as empresas de mídia”, disse Christian Seifert, CEO da DFL, quando o estudo foi publicado.

Tudo absolutamente planejado. No Brasil, os alemães não querem rentabilizar no curto prazo com seus direitos de transmissão. Neste momento, desejam ganhar mercado, visibilidade, ficar mais próximos dos fãs e, no futuro, faturar. O momento agora é alcançar o maior número de pessoas por meio de um equilíbrio de meios que se complementam: tv e streaming.

Unindo Tv e mobile, a Bundesliga foca onde está a próxima geração de consumo do seu futebol.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Fortnite is launching a concert series it hopes will become a ‘tour stop’ for artists

 







It starts with Dominic Fike performing on Saturday

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Globo não renova acordo para a transmissão da F1





Emissora já está informando aos patrocinadores do projeto que a competição não estará na sua grade em 2021


A Globo não renovou os direitos de transmissão da Fórmula 1 para as próximas temporadas. De acordo com informações apuradas pela reportagem de Meio & Mensagem, a emissora já está comunicando seus patrocinadores da edição atual de que a competição automobilística, um dos principais produtos de sua grade esportiva, não deve mais ser exibida já a partir de 2021.

Algumas notícias publicadas na imprensa nos últimos meses já levantavam a possibilidade de a Globo deixar de exibir a Fórmula 1. A emissora vinha negociando com a Liberty Media, proprietária dos direitos, a renovação do contrato, que termina em 2020. A Globo chegou a fazer a proposta de uma revisão dos valores pelos direitos de transmissão, mas as duas partes não chegaram a um acordo. Procurada pela reportagem, a Globo ainda não respondeu sobre o assunto.

Caso a situação com a Liberty Media não seja revertida, será a primeira vez que a Fórmula 1 não estará presente na grade da emissora após décadas. A Globo exibiu as primeiras provas da competição em 1972. Porteriormente, a Band exibiu o campeonato no Brasil (inclusive, com a narração de Galvão Bueno). No início da década de 1980, a Globo retomou os direitos da competição e, desde então, vem exibindo a F1 continuamente, com exceção de algumas provas por conta de conflitos de calendário ou, por situações atípicas. Com o passar dos anos, o esporte foi se tornando um dos principais produtos esportivos da TV.

A temporada de 2020 da F1, no entanto, foi impactada pela pandemia da Covid-19, que obrigou a organização a rever o calendário para ampiar as medidas de segurança em relação aos atletas e equipes. Inicialmente prevista para começar em março, a temporada só deu a largada em julho e concentrou a maior parte das provas no continente europeu. Nessa revisão, o Grande Prêmio do Brasil, marcado para novembro, acabou saindo do calendário da F1 de 2020.

Patrocinadores

O pacote de transmissão da Fórmula 1 na Globo sempre foi um dos mais valiosos do mercado publicitário brasileiro. Para a temporada de 2020, Cervejaria Petrópolis, Nivea, Renault, Santander e TIM fecharam um acordo com a emissora para patrocinar as transmissões das provas, adquirindo, cada uma, uma cota de patrocínio com valor de tabela de R$ 98,950 milhões. Todos esses anunciantes já eram patrocinadores da Formula 1 no ano anterior, que teve, também, a presença da Net (Claro). A operadora, no entanto, não renovou o acordo para a temporada de 2020.

Profissionais do mercado publicitário costumam destacar que um dos maiores atrativos do pacote da Fórmula 1 é a entrega de mídia que ele proporciona ao longo de todo o ano. Além de aparecem nas provas, as marcas apoiadoras também são citadas em toda a programação da Globo, sempre em que é exibida alguma reportagem relacionada à competição.

A exibição das provas da temporada 2020 seguem normalmente na grade do Globo. Neste domingo, 30, será exibido o Grande Prêmio da Bélgica.


Após perder Copa do Mundo e Libertadores, Globo fica sem a Fórmula 1

 





REDAÇÃO Publicado em 27/8/2020 - 17h51 Dona dos direitos de transmissão da Fórmula 1 no Brasil desde 1981, a Globo deixará de mostrar as corridas da principal categoria do automobilismo a partir do ano que vem. O contrato com a ... - Leia mais em https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/apos-perder-copa-do-mundo-e-libertadores-globo-fica-sem-a-formula-1-41557?cpid=txt

segunda-feira, 22 de junho de 2020

O que pensam especialistas sobre a MP que muda direitos de transmissão

















Andrei Kampff
Lei em Campo 22/06/2020 04h04

A MP 984 traz uma revolução jurídica para o esporte e também na gestão esportiva. Ela pegou (a imensa maioria) os clubes, as entidades esportivas, os torcedores e o movimento jurídico de surpresa. Independentemente do mérito sobre o que ela trata, a imensa maioria dos especialistas entende que esse não seria assunto para se tratar através desse dispositivo legal. O art 62 da Constituição Federal estabelece que "em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional."... 




 

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Cade aprova fusão entre Fox e ESPN, que mostrará Libertadores

Órgão decidiu que canais Fox Sports continuarão no ar até dezembro de 2021
Por Erich Beting - São Paulo (SP) em 6 de Maio de 2020 às 11:52
A fusão entre Fox Sports e ESPN foi aprovada em uma reunião na manhã desta quarta-feira (6) pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Em um encontro de cerca de uma hora de duração, os conselheiros do órgão decidiram que os dois canais poderão ficar sob o guarda-chuva do grupo Disney, mas com algumas condições.
O Fox Sports deverá continuar no ar por pouco mais de um ano e meio, até o dia 1° de janeiro de 2022, necessariamente com a transmissão da Copa Libertadores em sua grade. O torneio, porém, poderá ser transmitido pelos canais ESPN, que também terão o direito de mostrar outras competições que atualmente pertencem à Fox.
Após esse prazo, a Disney poderá vender a marca Fox Sports, cumprindo determinação que vinha desde o processo de compra do grupo Fox pela empresa nos Estados Unidos. Assim, a tendência é que a estrutura, os direitos e os profissionais do Fox Sports sejam "herdados" pela ESPN a partir do início de 2022.
Foto: Reprodução
A decisão tomada pelo Cade foi baseada no relatório apresentado por Luis Henrique Bertolino Braido, que analisou todo o processo. Ele foi, inclusive, quem desqualificou o pedido feito pelo consório Rio Motor Sports (RMS), que tentou cancelar a sessão desta quarta-feira (6) alegando que tinha o interesse de comprar o Fox Sports e que só aguardava uma data para sacramentar a proposta.
Na visão de Braido, a RMS não apresentava histórico de conhecimento técnico sobre o mercado de televisão, o que fez a Disney desistir da venda e também convenceu o relator de que apenas a garantia financeira não seria suficiente para sustentar o negócio.
Na argumentação em favor da fusão, Braido também relatou que a fusão seria benéfica para o mercado brasileiro de televisão paga, uma vez que os canais Fox Sports têm tido prejuízo financeiro nos últimos anos e dificilmente conseguiriam manter seus negócios sustentáveis.
Segundo o relator, os contratos de direitos de transmissão da Fox foram todos feitos em moeda estrangeira, enquanto as receitas da empresa com publicidade são em reais. Isso, de acordo com Braido, afastou o interesse de três compradores que chegaram a manter contatos com a Disney para adquirir os canais Fox Sports.
Após um processo que durou cerca de 22 meses, a fusão entre os dois canais levou o Cade a decidir abrir uma outra investigação. O órgão quer, agora, analisar se as operadoras de TV por assinatura têm feito uma concentração de concorrência, reduzindo o poder de faturamento dos canais e fazendo com que eles não sejam atrativos financeiramente.
Na visão do relator, como há um baixo valor da mensalidade do assinante que é repassado aos canais, eles também não se tornam sustentáveis, como mostrou o próprio Fox Sports, que desde 2016 vem tendo prejuízo operacional. O inquérito de análise será aberto pelo Cade.


domingo, 20 de outubro de 2019

Bahia lança camisa manchada em manifestação ao vazamento

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Equipe tricolor entra em campo nesta segunda-feira contra o Ceará pelo Campeonato Brasileiro


Redação, O Estado de S.Paulo
20 de outubro de 2019 | 13h29

Bahia entra em campo nesta segunda-feira pelo Campeonato Brasileiro diante do Ceará com uma novidade. Para a ocasião, o time divulgou, neste domingo, que vai atuar com uma camisa manchada de preto, de óleo preto. A manifestação se deve pelo vazamento de petróleo que ocorre nas praias do Nordeste do Brasil e tomou conta do noticiário do País, ainda sem resolução.

Vazou... também na camisa do Esquadrão. 
Por medidas de redução do impacto ambiental e pela punição aos responsáveis, nossas camisas estarão manchadas de óleo no jogo de amanhã - como as praias do Nordeste.
As manchas de óleo foram detectadas na região pela primeira vez em 30 de agosto. Desde então, já houve 187 áreas afetadas em 77 municípios dos nove Estados da região. Ainda não se sabe a origem do vazamento. A força-tarefa de limpeza conta com 1.583 militares de 48 organizações e 74 civis, informou que mais de 200 toneladas de resíduos contaminados já foram isoladas. Moradores também ajudam nos trabalhos de contingenciamento do óleo.
Após a repercussão da camisa nas redes sociais, o Bahia também anunciou que elas serão leiloadas após a partida e a renda será revertida ao trabalho de limpeza das praias no Estado. 

🆘🏖️ A repercussão tá linda. Linda demais! Mas não ficaremos nisso. Camisas da ação serão leiloadas com renda revertida ao trabalho de limpeza das praias com manchas de óleo na Bahia


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