domingo, 12 de março de 2017

Maior patrocinador ameaça romper se Boa Esporte não desistir de Bruno

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Grupo Goís & Silva agenda reunião para esta segunda-feira e publica manifesto em redes sociais. Previsão é de que o goleiro seja apresentado na próxima terça

 

Por Varginha, MG Grupo Góis & Silva pode romper com Boa Esporte após contratação do goleiro Bruno (Foto: Divulgação Grupo Góis & Silva) 

O Boa Esporte pode perder seu patrocinador master caso a contratação do goleiro Bruno, anunciada na última sexta-feira (10), vá adiante. A informação foi confirmada pelo Grupo Góis & Silva em nota oficial na tarde deste domingo (12). O contrato entre as partes teria duração de mais três anos.
No comunicado, o grupo diz repudiar toda forma de violência, "independente de classe social, gênero, faixa etária, cor da pele, orientação sexual, religião etc". Ainda segundo o Góis & Silva, uma reunião deve ser realizada na tarde desta segunda-feira (13), quando o goleiro deve chegar a Varginha, para "requerer à diretoria do clube rever sua decisão de contratação do Goleiro Bruno". 
Bruno Fernandes; goleiro boa esporte (Foto: Lúcio Adolfo)Bruno deve ser apresentado na terça-feira pelo Boa Esporte (Foto: Lúcio Adolfo)
Saída de patrocinador
Mais cedo, um patrocinador já havia rompido contrato com o Boa Esporte. O anúncio da Nutrends Nutrition – empresa de suplementos nutricionais – foi feito em uma rede social na noite deste sábado (11). No comunicado, a empresa diz que a partir de uma 'reunião extraordinária, a Diretoria da Nutrends® Nutrition decidiu que, a partir de hoje, a empresa não é mais patrocinadora/apoiadora do Boa Esporte Clube'.
Depois da publicação informando o fim da parceria, vários seguidores da empresa parabenizaram a atitude tomada. Em resposta a alguns comentários, a empresa diz que 'só para esclarecer, não nos pronunciamos antes porque recebemos a notícia no fim da tarde de sexta-feira. A direção não estava reunida e não tínhamos como publicar algo'.
Além da Nutrends, a Cardiocenter Varginha, que presta serviços de avaliações médicas dos jogadores do Boa Esporte também se pronunciou. A empresa publicou um comunicado em sua página oficial no Facebook dizendo ter pedido para que a marca fosse retirada do site oficial do clube.
Cardiocenter pede para ter logo retirada do site do Boa Esporte (Foto: Reprodução Facebook)Cardiocenter pede para ter logo retirada do site do Boa Esporte (Foto: Reprodução Facebook)

Site hackeadoApós o anúncio da contratação do goleiro Bruno na última sexta-feira (10), o site oficial do Boa Esporte Clube foi hackeado no início da tarde deste domingo (12). A página inicial, que trazia informações sobre o clube e os últimos jogos no Campeonato Mineiro, foi substituída por um texto com dados sobre feminicídio e questionamentos sobre a associação de empresas com o jogador.
Momentos depois, o Boa Esporte retirou a mensagem do ar, deixando somente uma página em branco.
Página oficial do Boa Esporte foi hackeada após anúncio do goleiro Bruno (Foto: Reprodução site Boa Esporte)Página oficial do Boa Esporte foi hackeada após anúncio do goleiro Bruno (Foto: Reprodução site Boa Esporte)

Outro lado
Em nota oficial publicada no início da tarde deste domingo (12) e assinada pelo presidente do clube, Rone Moraes da Costa, o Boa Esporte afirma que "não foi o responsável pela soltura e liberdade do atleta Bruno, mas o clube e sua equipe, enquanto empresa e representada por seres humanos, dotada de justiça e legalidade, podem dizer que tentam fazer justiça ajudando um ser humano, mais, cumprem a legalidade dando trabalho a quem pretende se recuperar".  
No documento, o presidente diz ainda que "o tão procurado estado democrático de direito, a sociedade justa e fiel, a vida em sociedade, segundo critérios civilizados indicam de longa data que o criminoso colocado em liberdade deve ter atenção do estado, atenção suficiente para que possa restabelecer uma vida em sociedade. E ninguém pode negar que não existe vida em sociedade mais digna [do que a] vida no trabalho". 
Goleiro Bruno Fernandes se reúne com a diretoria do Boa Esporte (Foto: Reprodução / Redes Sociais)Goleiro Bruno Fernandes se reúne com a diretoria do Boa Esporte (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Confira a nota da diretoria do Boa Esporte na íntegra:
O que dizer da contratação do atleta Bruno?
O Boa Esporte clube. Equipe de futebol profissional em minas gerais, clube reconhecido nacionalmente, sendo campeão Brasileiro da Série C.
Convive nos últimos dias com uma avalanche de comentários nas redes sociais após noticia da contratação do atleta Bruno.
A cidade de Varginha que é conhecida pela possível aparição de um extraterrestre (ET) convive com a notícia da contratação do atleta Bruno.
A regra legal brasileira é a que todos, inclusive os criminosos mais perigosos, sejam submetidos a um julgamento honesto, imparcial e que a lei seja o fundamento da punição. Por sua vez, quando pensamos na aplicação da lei, certo ou não, suficiente o bastante ou não, justa o suficiente para o caso ou não, o que não podemos deixar de entender é determinado pelo cumprimento da lei. As consequências do erro humano possuem fundamentos de pena corporal. A lei dos homens indica a aplicação de penas variáveis de acordo de uma série de crenças, costumes e ideologias.
No Brasil os criminosos serão apenados com a prisão e, via de regras, colocados em liberdade, deve ser orientado, acompanhado e, não menos, pelo caminho de Deus.
Com certeza um dos motivos da evolução da pena que ela não seja transferida para outras pessoas, que seja pessoal, que não seja definida pela lei do Talião (olho por olho, dente por dente).
O tão procurado estado democrático de direito, a sociedade justa e fiel, a vida em sociedade, segundo critérios civilizados indicam de longa data que o criminoso colocado em liberdade deve ter atenção do estado, atenção suficiente para que possa restabelecer uma vida em sociedade. E ninguém pode negar que não existe vida em sociedade mais digna vida no trabalho. Quem nunca ouviu: o trabalho dignifica o homem? Então o argumento seria asqueroso, nojento ou imoral (a contratação do atleta Bruno), antes de mais nada, legalmente, faz parte da obrigação social da empresa, da sociedade em cooperar com a recuperação de um ser humano. Aqui não se condena a morte ou prisão perpetua. Enquanto isso não refletir a regra legal, a regra é que o egresso, o criminoso colocado em liberdade, possa obter meios de viver em sociedade, trabalhando e procurando dignidade em sua vida.
Onde estaria a contribuição de uma empresa esportiva quando cumpre a lei?  Diante desses argumentos podemos afirmar que o Boa Esporte Clube não foi o responsável pela soltura e liberdade do atleta Bruno, mas o clube e sua equipe, enquanto empresa e representada por seres humanos, dotada de justiça e legalidade, podem dizer que tentam fazer justiça ajudando um ser humano, mais, cumprem a legalidade dando trabalho a quem pretende se recuperar. 
O Boa Esporte Clube não esta cometendo nenhum crime conforme a legislação Brasileira e perante a lei de Deus. 
Boa Esporte Clube.
Rone Moraes da Costa
Presidente

 

Maioria dos esportes vê patrocínio sumir após os Jogos do Rio

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PAULO ROBERTO CONDE
DE SÃO PAULO

12/03/2017 02h00

Passados sete meses dos Jogos Olímpicos do Rio, mais da metade das confederações esportivas brasileiras perdeu patrocínio, está sem apoio ou prevê uma fuga maciça de investimentos no ciclo que termina em 2020, em Tóquio.
Levantamento feito pela Folha aponta que dez entidades perderam algum tipo de apoio após a Rio-2016 ou ao longo do ano e cinco já não possuíam patrocínio nem têm expectativa de obtê-lo.
Outras sete vivem situação de impasse, sem saber se terão vínculos com importantes empresas estatais renovados para os próximos anos.
Apenas cinco das confederações consultadas disseram ter mantido ou acrescentado patrocinadores à sua lista.
A situação se agrava porque duas das principais estatais do país, a Caixa e a Petrobras, ainda não definiram a quem vão manter o apoio nos próximos anos. A exceção é o remo, cuja confederação afirmou à reportagem que o aporte de R$ 1,5 milhão da Petrobras não será renovado.
Fabrizio Bensch/Reuters

Aska Cambridge, do Japão, cruza linha de chegada no revezamento 4x100 m no Engenhão
Os investidores têm retirado os projetos sobretudo por dois motivos: crise econômica e fragilidade administrativa das confederações.
"Pesos-pesados" do cenário olímpico brasileiro como atletismo, basquete e desportos aquáticos atravessam situação de agonia em relação à retração de investimento.
A CBAt (confederação de atletismo) perdeu o apoio da Globo, de R$ 1,5 milhão por ano, e ainda espera decisão da Caixa, que lhe injetou R$ 90 milhões entre 2013 e 2016.
"Vamos perder 20% do nosso orçamento para 2017", afirmou a confederação, em nota, para em seguida salientar que fez corte de pessoal.
Impacto nos resultados é algo que o basquete e os desportos aquáticos dificilmente conseguirão evitar.
A CBB (confederação de basquete), que ostenta dívida superior a R$ 17 milhões e na sexta (10) elegeu Guy Peixoto Júnior como seu novo presidente, perdeu R$ 8,5 milhões ao ano do Bradesco.
A CBDA (aquáticos) também perdeu repasse do banco. Mas também viu as saídas da Sadia e um corte profundo dos Correios. Ao todo, o superintendente Ricardo de Moura estima em 75% de perda na comparação com 2016.
"Tivemos de adaptar eventos à nova realidade", disse. Entre as medidas está mandar só dez nadadores ao Mundial da Hungria, em julho.
Já a confederação de handebol, que tem seleções de nível mundial, afirmou que foi necessária "readequação de planejamento" após perder o fornecedor de material esportivo e manter só um terço do que levava dos Correios.
O mais preocupante é que o dinheiro não chegará à preparação de atletas. O tênis de mesa, que tem hoje em Hugo Calderano pela primeira vez um atleta entre os 23 melhores do mundo, viu suas verbas caírem 45% ante 2016.
"Houve corte nos eventos organizados pela CBTM nesta temporada, além do corte de custos para o envio de atletas para competições internacionais", disse a confederação em nota. Dos 17 torneios a que as seleções foram em 2016, neste ano serão só seis.
Até o COB (Comitê Olímpico do Brasil) está sem patrocinadores privados –perdeu Nike, Nissan e Bradesco.
Com menor arrecadação em relação a 2016, o comitê diminuiu e reformulou o repasse da Lei Piva às confederações. Tiro esportivo, tiro com arco, badminton e pentatlo moderno são entidades que dependem única e exclusivamente desta verba.
"O prejuízo [de R$ 800 mil] que tivemos foi sério e não há como recompor", disse Durval Balen, chefe da confederação de tiro esportivo.
ILESO, JUDÔ PAGA BÔNUS E FECHA BASE NO JAPÃO
Em meio à debandada de investimentos para as confederações esportivas olímpicas após os Jogos do Rio, judô e rúgbi têm passado praticamente ilesos à crise.
Esporte que mais medalhas olímpicas deu ao Brasil (22), três delas no Rio, o judô renovou com seis dos sete patrocinadores e apoiadores que despejaram dinheiro nos tatames no ciclo até 2016: Bradesco, Cielo, Mizuno, Infraero, Scania e Globo.
A única pendência é a Petrobras, que ainda avalia que investimentos fará para o próximo ciclo. Entre 2013 e 2016, a estatal repassou cerca de R$ 20 milhões à confederação.
A CBJ (confederação brasileira) diz que não terá grande redução em seu orçamento para o ciclo que se encerra em Tóquio. "Nosso terremoto na escala Richter não chegou a grau 3", afirmou Paulo Wanderley, que chefiou a entidade até este mês e é vice do Comitê Olímpico do Brasil.
O dirigente afirmou que a entidade distribuirá R$ 1,5 milhão entre os medalhistas olímpicos e mundiais, como incentivo. A cada semestre é feita uma reavaliação, que define o quanto será repassado a cada um.
O judô brasileiro já definiu onde fará sua aclimatação antes dos Jogos Olímpicos de 2020. Até 60 pessoas, entre atletas, técnicos, profissionais de saúde e oficiais vão passar as duas semanas que antecedem a Olimpíada na cidade de Hamamatsu, cerca de 200 km distante de Tóquio.
A CBRu (confederação de rúgbi) acrescentou os Correios à sua lista de patrocinadores e afirmou que terá um orçamento em 2017 maior do que o realizado em 2016.
Markus Schreiber - 8.ago.2016/Associated Press

Rafaela Silva (azul) enfrenta a sul-coreana Kim Jandi


sábado, 11 de março de 2017

Visibilidade, reputação de marca e a contratação de Bruno pelo Boa Esporte

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Sob o ponto de vista corporativo, analisamos como a contratação do goleiro Bruno afetará a confiança e credibilidade do clube e patrocinadores

11 MAR, 2017 ESCRITO POR MKT ESPORTIVO


Por Eduardo Esteves


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Sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 2010, Flamengo 1 x 2 Goiás no dia 05/06/2010, última partida oficial de Bruno. Sete anos desde a última vez que o goleiro entrou em campo, treinou como um atleta profissional e se dedicava ao seu ofício. Sua contratação, motivada por uma liberação do STF após sete anos encarcerado, me fez pensar sobre um ativo muito valioso de uma empresa (que é como um clube deve ser visto hoje): sua reputação.

A reputação é a forma que consumidores (torcedores) enxergam e interpretam os valores transmitidos por uma marca ou empresa (clube). Mais do que ATRAIR, já que torcedor é naturalmente atraído quando se trata do seu clube do coração, ela atua de maneira estratégica para MANTER uma boa imagem, credibilidade e confiança. Portanto, reputação é um pilar trabalhado com objetivos de longo prazo.

Campeão da Série C em 2016, o Boa Esporte Clube nasceu em 1947 e se tornou profissional somente em 1998, ainda como Ituiutaba. Ao longo dos últimos anos, a equipe hoje de Varginha ganhou relativo espaço na mídia por contratar jogadores experientes, como Marcelinho Paraíba e Alex Silva. Porém, dentro de campo, sempre alternou entre a série B e C do futebol brasileiro.

Sua reputação, portanto, ainda estava sendo construída. E agora, como ficará sua credibilidade? E os valores transmitidos ao mercado? Vale ficar marcado para sempre como o clube que contratou um jogador ainda em dívida com a justiça em um caso de assassinato que comoveu o país? E um possível acesso em 2018?
Voltando ao Bruno, na reunião entre os dirigentes, advogado, empresário e o atleta, imagino que a pergunta “Já imaginou a visibilidade que o clube terá com a cobertura de treinos e jogos?” foi dita por um dos presentes. E, para chamar atenção, esta ilusão foi comprada por dois anos. Ilusão esta de que a exposição será positiva, afinal, estará sempre atrelada a uma pessoa condenada e execrada pela opinião pública.
No termômetro de todo e qualquer acontecimento mundial, as redes sociais, choveram ofensas e críticas ao clube e seus patrocinadores. O anúncio alcançou o trend topics no Brasil.



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Sou CONTRA a contratação do Boa Esporte ao goleiro Bruno. Suja a imagem da instituição Boa Esporte Clube.
Os patrocinadores do Boa Esporte poderiam cancelar o contrato com eles.
Ridículos.
Nem preciso falar em boicote aos patrocinadores deste tal Boa Esporte,certo? No mínimo são simpatizantes de assassinos impunes. Alô Varginha
Sobre suas parceiras, vale um destaque. Claro que estas empresas conseguirão uma visibilidade que jamais pensariam obter com o Boa. Mas será que elas têm noção de que crise de imagem afeta diretamente suas reputações? Ou que um posicionamento rápido é essencial para preservá-las? Surpreendentemente, para uma em especial, sim!

Impactada diretamente pela contratação a partir dos comentários em sua fan page, a Nutrends se posicionou. Indagada por seus seguidores sobre o patrocínio (marca exposta no ombro), respondeu: A empresa Nutrends é somente patrocinadora do time e não participa do processo de contratação. Pra nós foi também uma surpresa e ainda não foi definido uma posição sobre esse assunto.

Ter orientação voltada ao público é a chave do sucesso. No mercado corporativo, o consumidor tem influência direta na tomada de decisão da empresa, seja para um novo serviço, produto, identidade ou reposicionamento. A quebra da confiança é um passo para o fracasso. Ao menos a Nutrends agiu rápido, se posicionou e deve definir o futuro em breve. E a Kanxa, tão tradicional no cenário boleiro do Brasil?

Todo ser humano merece uma segunda chance na sociedade desde que sua dívida com a justiça, se houver, esteja paga. Bruno deixou a cadeia após sete anos a partir de uma sentença originalmente decretada em vinte dois. Ou seja: o processo e sua pena seguem em andamento. No fim, a cultura da exposição e “oba oba” prevaleceram. Neste caso, a máxima (personalizada) “falem mal ou falem mal, mas falem de mim” caberá no Boa Esporte daqui em diante.

Como emissoras tratarão o tema? Bruno será convidado para programas e seguirá com a imagem na mídia, agora, como de um jogador profissional? Se a justiça determina seu retorno ao presídio, será um papelão comercial ainda maior do Boa Esporte. Aguardemos…

Contribuição de Matheus Melgaço

quarta-feira, 8 de março de 2017

Estádio para todas

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Adidas e Flamengo lançam camisa especial para o Dia Internacional da Mulher

Em 08/03/2017 às 11h52



Em homenagem ao mês das mulheres, à paixão delas pelo futebol e para incentivar cada vez mais a presença feminina nos estádios, a adidas e o Flamengo lançam uma edição limitada e especial de camisas femininas. 

"Essa camisa não é apenas uma homenagem às mulheres rubro-negras, mas uma forma de pedir mais respeito – nos estádios, dentro de casa, nas ruas, nas empresas, escolas e em todo lugar. O Flamengo tem a maior torcida do Brasil e a maior torcida feminina, então é um importante e enorme multiplicador dessa mensagem", afirma Luiz Gaspar, Head of Football da adidas Brasil. 

A ação inclui ainda um vídeo especial preparado pelo Flamengo e que será exibido no jogo desta quarta-feira (8), contra o San Lorenzo. "O mês de março é um mês no qual a luta das mulheres por seu espaço de direito na sociedade não é apenas lembrada - porque nunca deve ser esquecida - mas intensificada, de várias maneiras. E em homenagem a essa mulher, que tem o direito de ir aos estádios, tem direito ao seu espaço no mercado de trabalho e que tem o direito de ir e vir sem sofrer qualquer tipo de violência, o Flamengo e a adidas lançam essa campanha - criada por mulheres, para mulheres. É uma homenagem à minha esposa, à minha filha, à minha mãe, às nossas atletas e a todas as mulheres, rubro-negras ou não: vocês podem ser o que vocês quiserem. E se quiserem ser torcedoras, teremos o maior prazer de ter vocês ao nosso lado", diz Daniel Orlean, vice-presidente de Marketing do Flamengo. 

As camisa tem 3.000 unidades disponíveis e já está disponível para compra no site da adidas - www.adidas.com/flamengo - e nas lojas adidas de São Paulo (Eldorado, Pátio Higienópolis, Morumbi Shopping, Oscar Freire e Bourbon), do Rio de Janeiro (Loja da Gávea, Barra Shopping, Rio Sul, Rio Leblon e Tijuca), e também em outros estados como Brasília, Maceió Shopping, Midway Natal, BH Shopping, Porto Alegre e Recife, pelo valor de R$ 349,99.

terça-feira, 7 de março de 2017

Cruzeiro cederá espaço na camisa para expor realidade das mulheres










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Divulgação / Cruzeiro

Da Sede Administrativa

Gustavo Aleixo

Na última quinta, o volante Henrique precisou de aproximadamente 33 minutos para abrir o placar na vitória cruzeirense, por 2 a 1, sobre a Caldense. O tempo até o gol pode parecer uma eternidade para o torcedor, mas é suficiente para que três mulheres sofram estupro no país. De olho nesta e em outras realidades femininas, o Cruzeiro irá propor uma importante reflexão no duelo contra o Murici-AL, na noite desta quarta-feira, no Dia Internacional da Mulher.

Em parceria com a Umbro e a Agência New360, o Maior de Minas irá estampar, na numeração dos jogadores, estatísticas colhidas pela ONG AzMina (que luta pelo empoderamento feminino) que ilustram o difícil cotidiano das mulheres no Brasil. Presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares destaca que ações como esta expõe a importância dada pelo Clube aos mais variados contextos sociais.

"O Cruzeiro Esporte Clube tem participado de diversas campanhas contra qualquer tipo de preconceito. Em pleno século XXI, não é tolerável ver as mulheres sofrerem atos de violência e discriminação. Com esta ação, nos juntamos a todos que combatem as desigualdades contra pessoas do sexo feminino. Esse é um dos papeis sociais que os clubes de grandes torcidas precisam sempre estar desenvolvendo", ressaltou o mandatário celeste.

Diretora institucional da ONG AzMina, Letícia Bahia enaltece a ação e destaque o impacto da mesma no fortalecimento da luta pelos direitos das mulheres. "Muita gente pensa que a luta pelos direitos das mulheres não faz mais sentido. Mas os dados que os jogadores vão exibir mostram o quanto essa questão segue sendo atual", salientou.

Além dos dados referentes às desigualdades e violência sofridas pelas mulheres, a ação desta quarta-feira também apresentará outro viés extremamente relevante. Conforme salienta Marcone Barbosa, diretor de marketing da Raposa, a iniciativa também servirá como terreno de conscientização de importantes questões como a depressão pós-parto.

"O Dia Internacional da Mulher não é um momento apenas de trazer à tona toda a característica de desigualdade que ainda existe no Brasil e no mundo, mas também é um momento de conscientização de outros aspectos relacionados à mulher. Alguns dos números que vamos destacar têm a ver com o cuidado da mulher com a saúde, com o próprio corpo. É importante a gente ter um momento desse, onde você pode trazer à tona assuntos tão importantes e relacionados à mulher", destacou o dirigente cruzeirense.



Divulgação / Cruzeiro

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Lançamentos

Tanto Nike quanto Adidas têm tênis novos na praça. São, em ambos os casos, visões do futuro. O HyperAdapt, da Nike, custa inacreditáveis US$ 720. E isso, lá. O que ele oferece é a tecnologia De Volta para o Futuro dos sapatos que se enlaçam por conta própria e no ajuste certo para cada pé. O Futurecraft Runner da Adidas é impresso em 3D sob medida e custa bem menos, embora ainda caro: US$ 333. O objetivo da empresa é um tênis de corrida moldado para o pé do consumidor, levando-se em consideração a pisada, o estilo e até preferências pessoais.

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Para saber mais:

http://news.nike.com/news/hyperadapt-adaptive-lacing

http://news.adidas.com/us/Latest-News/adidas-makes-first-3d-shoe-available-for-purchase-with-exclusive-drop/s/7004e8fa-324b-4b71-bc2f-aacf3d61b135